09 abril 2014

Trilhos dos 4 Concelhos

Mais um passeio fora-de-estrada efectuado com o Clube Audio TT, este organizado pelo Eduardo Vasconcelos e pelo Rui Martins.
Um Bom, para não variar! ;-)

No sábado, 5 de Abril, por terras muito pouco exploradas por mim, na margem esquerda do Douro, entre São João da Madeira e Castelo de Paiva.



Com o Pajero Pinin sempre em grande (ou em pequeno? ;) e desta vez acompanhado pelo Daniel Monteiro, aqui fica a Parte 1 do filme do dia.

(este filme está em HD, por isso vale a pena ver em full-screen, digo eu :)



Forza aí camarada!

Este é um daqueles posts que normalmente nunca faço, mas penso sempre que o deveria fazer...
Um "artigo de opinião" sobre uma determinada moto, experimentada enquanto deixo a Transalp na Mototrofa para revisão ou qualquer outra assistência.
Desta vez deixei-a lá por uns dias enquanto são lacadas algumas peças - um tanto-ó-quanto esmurradas e já a ganhar ferrugem, principalmente as barras de protecção por baixo...

Já trouxe muitas motos, que nunca dei conta por aqui, mas desta vez trouxe uma Honda Forza 300, versão com ABS.


Não foi propriamente escolhida. Foi mais a "disponibilidade do momento".
No entanto, confesso que foi uma agradável surpresa.

Depois de, há cerca de três anos, ter andado dois dias com uma PCX, que tem motor 125 cc, esta Forza tem um bem mais interessante 300 cc.
É certo que já não faz os 2,5 L/100 km de consumo da PCX, mas tem uma resposta mais pronta e disponível.
A PCX é excelente para o interior da cidade, mas apenas para isso. Esta já serve para o género de percurso que faço, viagens interurbanas de cerca de 15 km.

Além de um consumo muito reduzido, de 3,6 L/100 km (indicado no computador de bordo), tem uns travões muito bons e uma iluminação excelente (ontem andei de noite, do Porto a casa).
O ponto fraco dela, para mim que estou habituado a uma Trail, de roda 21'' à frente, que "come" todas as irregularidades da estrada a brincar, é o conforto.
As rodas pequenas ("semi-pequenas", para ser correcto: 14'' à frente e 13'' a trás) em conjunto com uma suspensão de baixo curso, fazem com que a condução seja demasiado dura em piso empedrado e/ou em asfalto degradado.
Nem eu nem as minhas costas gostamos!
Nota final para a boa posição de condução e para os acabamentos, de muito boa qualidade, incluindo os comandos, muito suaves.

Não comprava, pois não é, claramente, uma moto adequada ao meu estilo de condução e gosto pessoal, mas para scooter gosto, pois é divertida e deixa-me com um sorriso nos lábios enquanto a conduzo.

29 março 2014

Caminhando até o pôr-do-sol

Este ano ainda não tinha feito um treino tãaaao longo.
Apenas da parte da tarde, depois de um bom almoço, tardio, apeteceu-me caminhar e, finalmente, havia disponibilidade.
Fui!
27,5 km, sempre a andar, em 4 horas e 20 min.

Saindo de casa rumei a sul.
Alfena, Formiga, Baguim do Monte, Fânzeres, Areias, Freixo e, depois, sempre junto ao rio até à foz do Douro, continuando até ao Edifício Transparente, onde dei por terminada a tarde.
Mesmo com o sol a pôr-se.
Soube bem!...

Nem no meu pico de forma "caminhante", há precisamente um ano, fazia estas distâncias sem sentir pelo menos um certo cansaço, mas hoje senti mesmo cansaço.
Cheguei ao fim a sentir um pouco as pernas, principalmente os gémeos. Além disso, fiz uma bolha no pé esquerdo, por baixo, entre o dedo grande e o outro...

Não tinha ideia de fazer qualquer registo fotográfico, mas foi impossível.
Primeiro, junto à Alfandega do Porto (onde decorria o Portugal Fashion, cheio de "mecinhas" todas produzidas à porta).
Uma áurea de arco-íris em torno do sol, pouco visível na foto mas muito giro.
Um efeito pouco comum. Uma espécie de lente, surgida provavelmente devido ao gelo nas nuvens.


O mesmo efeito, meio cortado na foto, mas bem centrado com a ponte da Arrábida.


A chegar à foz.
Os tons do céu começavam a "aquecer"...


Um Queijo quente e amarelo.
Feito com ovos?  ;-)
Ali em baixo, abrigados pela muralha do castelo da ligeira brisa que se fazia sentir, uma trupe de jogadores de cartas.
Bisca? Sueca? Não sei. Não fui espreitar...


Este enquadramento ainda não tinha feito.
Ao lado do Edifício Transparente, por baixo do viaduto.
Um espelho de água fantástico com uns belos tons quentes!


E para terminar, enquanto alongava, um registo da praia de Matosinhos com o cais de Leixões em fundo.
Fim de tarde incrivelmente belo!


22 março 2014

Consumos de combustível - Pajero Pinin vs. Transalp

Ainda e sempre os consumos do Pajero Pinin, mas desta feita em conjunto com os da Transalp.

Já em 2009 coloquei por aqui a análise de consumo do Pajero Pinin, ao fim de 7 anos de utilização.
Desde essa altura que andava para fazer o mesmo com os consumos da Transalp, mas só agora, depois de mais de 4 anos... volto ao assunto.

É sem espanto que se analisa o gráfico das médias de consumo anual dos dois.
Não é metade, mas os cerca de 6 L/100 km da Transalp, em relação aos 10 do Pajero Pinin, anda lá próximo.
Se não fosse por mais, este seria um motivo mais do que suficiente para rolar com a moto. Mas, claro, não é só.
É bom andar de moto. Sabe bem!
Explicações, não tenho. É apenas assim.
Mas continuo a afirmar que não tenho preferências. Nem de carro nem de moto. São diferentes e gosto de conduzir ambos.


Em 2013 rolei mais com o Pajero Pinin do que com a Transalp. Facto demonstrado no gráfico seguinte.
Fica também demonstrado que o único ano em que andei mais com a moto do que com o carro foi em 2012.
Razões? Provavelmente... porque choveu muito este ano e, também admito, já gostei mais de andar à chuva do que gosto. Se for um ou dias seguidos até não me queixo, mas depois de começar a ficar com a roupa de protecção húmida... custa a vesti-la no outro dia de manhã.

Outro facto curioso são os quilómetros totais já percorridos:
118 000 km para o Pajero Pinin (em 13 anos) - 114000 km, por mim, em 12 anos;
59 000 km para a Transalp (em 12 anos) - 55000 km por mim, em 9 anos. 
Exactamente metade (ou o dobro, consoante a perspectiva).


O gráfico seguinte mostra o custo de combustível em euros por 100 km.
É um dado muito dependente de várias variáveis, mas essencialmente do consumo efectuado e do preço da gasolina.

Já gastei 12500€ em combustível com o Pajero Pinin, desde que o comprei...
Foram 4500€ com a Transalp...
Dá que pensar!


Estes gráficos continuam em actualização, pelo que... daqui a  meia dúzia anos pode ser que surjam novidades  ;-)

21 março 2014

As pedras rolantes transmontanas

Desta vez com (muito) menos quilómetros e na companhia de outros 21 "malucos", voltei à serra do Marão e ao parque nacional do Alvão.

A Transalp voltou a portar-se à altura, mas outra coisa não seria de esperar ;-)



Primeiro, dois registos fotográficos meus (os únicos...), feitos pelo Sérgio.







Seguidos pela montagem de quase 19 min de "imagens moventes".



Tendo sido um passeio baptizado de "The Rolling Stones", dadas as pedreiras que atravessamos, resolvi "cobrir" as imagens com a música deste grupo lendário.

Mas há que que aproveitar... pois desconfio que os detentores dos direitos das músicas usadas rapidamente lhe vão retirar o pio!...