22 março 2014

Consumos de combustível - Pajero Pinin vs. Transalp

Ainda e sempre os consumos do Pajero Pinin, mas desta feita em conjunto com os da Transalp.

Já em 2009 coloquei por aqui a análise de consumo do Pajero Pinin, ao fim de 7 anos de utilização.
Desde essa altura que andava para fazer o mesmo com os consumos da Transalp, mas só agora, depois de mais de 4 anos... volto ao assunto.

É sem espanto que se analisa o gráfico das médias de consumo anual dos dois.
Não é metade, mas os cerca de 6 L/100 km da Transalp, em relação aos 10 do Pajero Pinin, anda lá próximo.
Se não fosse por mais, este seria um motivo mais do que suficiente para rolar com a moto. Mas, claro, não é só.
É bom andar de moto. Sabe bem!
Explicações, não tenho. É apenas assim.
Mas continuo a afirmar que não tenho preferências. Nem de carro nem de moto. São diferentes e gosto de conduzir ambos.


Em 2013 rolei mais com o Pajero Pinin do que com a Transalp. Facto demonstrado no gráfico seguinte.
Fica também demonstrado que o único ano em que andei mais com a moto do que com o carro foi em 2012.
Razões? Provavelmente... porque choveu muito este ano e, também admito, já gostei mais de andar à chuva do que gosto. Se for um ou dias seguidos até não me queixo, mas depois de começar a ficar com a roupa de protecção húmida... custa a vesti-la no outro dia de manhã.

Outro facto curioso são os quilómetros totais já percorridos:
118 000 km para o Pajero Pinin (em 13 anos) - 114000 km, por mim, em 12 anos;
59 000 km para a Transalp (em 12 anos) - 55000 km por mim, em 9 anos. 
Exactamente metade (ou o dobro, consoante a perspectiva).


O gráfico seguinte mostra o custo de combustível em euros por 100 km.
É um dado muito dependente de várias variáveis, mas essencialmente do consumo efectuado e do preço da gasolina.

Já gastei 12500€ em combustível com o Pajero Pinin, desde que o comprei...
Foram 4500€ com a Transalp...
Dá que pensar!


Estes gráficos continuam em actualização, pelo que... daqui a  meia dúzia anos pode ser que surjam novidades  ;-)

21 março 2014

As pedras rolantes transmontanas

Desta vez com (muito) menos quilómetros e na companhia de outros 21 "malucos", voltei à serra do Marão e ao parque nacional do Alvão.

A Transalp voltou a portar-se à altura, mas outra coisa não seria de esperar ;-)



Primeiro, dois registos fotográficos meus (os únicos...), feitos pelo Sérgio.







Seguidos pela montagem de quase 19 min de "imagens moventes".



Tendo sido um passeio baptizado de "The Rolling Stones", dadas as pedreiras que atravessamos, resolvi "cobrir" as imagens com a música deste grupo lendário.

Mas há que que aproveitar... pois desconfio que os detentores dos direitos das músicas usadas rapidamente lhe vão retirar o pio!...






11 março 2014

2014-03-08 - Moto Clube do Porto - Trails no Alvão e Marão - Recon

E agora em versão "movente" e ondulante.

Foram 155 km no total, feitos pelas serras do Alvão e do Marão, com o tal início e fim em Fridão, ainda muito próximo de Amarante.

Já fiz estes trilhos uma boa dezena de vezes, mas é sempre diferente.
Desta vez verificou-se que alguns troços tradicionalmente difíceis estão mais suaves, mas outros... nem por isso. É claro que estes, os tais mais difíceis, não ficaram registados, pois passar neles a conduzir a Transalp só com uma mão... não era fácil.

E o Cid? Que tal?
 Este Rock "evoluído" dos anos 60 era mesmo outra coisa!...




08 março 2014

Recon day

Reconhecimento para passeio Trail do Moto Clube do Porto.
Algures, "perdido", entre o Marão e Alvão.

Acompanhando o Tosta, o que é sempre um gosto!, o passeio teve o início tradicional, em Fridão.
Sentido nordeste, passando junto à sempre presente Sra. da Graça.


A aldeia de Varzigueto e o belo rio Olo.




Ben lá no alto, no parque eólico do Alvão.
Difícil percurso. Duro. Muita pedra solta, mas divertido.



Depois de um belo bife no restaurante Fojo do Lobo, aqui está ele, o verdadeiro.


Uma difícil e trabalhosa subida de Vilarinho da Samardã a Lamas de Olo.
Difícil!...


Depois de uma passagem forçada para gasolina na Campeã, a continuação para sul, já no Marão, junto às antigas e abandonadas minas de volfrâmio e aos viveiros de trutas.



Para fechar, uma novidade.
O Tosta deu-nos boleia, a mim e à Transalp para casa.
Que nice!




21 fevereiro 2014

Meter água em andamento acelerado

Novamente com os pés na estrada, caminhando.
Um troço já bem conhecido mas não percorrido há uns tempos... que o tempo não tem andado bem, em aspecto algum.

Se não escrevo há mais de mês e meio, já não caminhava há mais do que isso.
Provei, mais do que provado, que caminhar não é correr e correr não é caminhar!
Não é que esteja no meu pico de forma na corrida, pois depois da corrida na Volta a Paranhos, no início de Dezembro, deixei de treinar em regime contínuo, mas escusava de "pesar" tanto o regresso à caminhada...

Depois de muita água caída, o rio Leça ainda está em recuperação das suas margens.
Duas imagens da ponte e antigo moinho na Rua Souto dos Moinhos, Ermesinde.



Um pouco a jusante, os efeitos do grande caudal, sentidos na ponte da Rua Rio Leça.
O corrimão, de ferro, praticamente deixou de existir...


Um dos troços deste percurso que aprecio mais tem apenas cerca de 200 m e atravessa um pequeno bosque, encostado ao rio Leça na zona da Travagem, Ermesinde, e que ainda não consegui perceber se tem nome...
Completamente encharcado, com sinais de ter passado um bom período debaixo de água!



É que logo à frente estava mesmo... debaixo de água.
A água que passava no caminho, vinda dos campos, tinha um caudal verdadeiramente fenomenal, com cerca de 50 cm de profundidade e uma velocidade que, penso, dá para perceber na imagem seguinte.


Gosto do efeito obtido na imagem seguinte.
Mostra como estava aquela manhã de domingo: nevoeiro, muito húmido e frio!
Mas como não chovia, depois de dias seguidos sempre a cair água, estava magnífico ;-)


Já depois de ter "dado a volta", e caminhando para montante, um dos troços mais destruídos, na
Rua Trás das Telheiras, em Alfena.
Este é daqueles que se não for desde já recuperado vai criar problemas...


Na mesma rua, a ponte que atravessa o rio, ainda com alguma água a passar por cima e muita lenha presa.
"- Será que dá para passar sem que a ponte venha abaixo?"
Admito que o sentimento de segurança, ao passar por cima daquilo, não foi grande...



Fiz uns bons 15,0... ou 16,1 km, dependendo se registados pelo Endomondo, se pelo Sports tracker.
Não consigo perceber como é possível dar uma diferença tão grande entre os dois softwares, mas é uma realidade.
Por uma primeira vez resolvi arrancar os dois em simultâneo (funciona!) e confirmei aquilo que sempre desconfiei: o Sports-tracker dá um erro de contagem bem superior ao Endomondo. É nítido, no track registado, que o zigue-zague é muito maior no Sports-tracker.


Que venha o próximo dia de... não-chuva.
(é melhor não pedir muito ;-)