06 outubro 2013

Be affraid! Be very affraid!

Parque da Cidade (do Porto) à noite.
Uma noite de sábado fantástica, tendo em consideração que já estamos em Outubro e que há apenas 3 noites choveram "cães e gatos"!
Uma corrida  de 8 km pelos escuros caminhos, bosques e relvados do parque, com início e fim no Queimódromo.
Ideias malucas que se tornam em actividades incrivelmente divertidas.



A Runporto, mais uma vez a organizadora mor desta Porto Corrida do Parque à Noite 2013, está de parabéns.
Até já parece fácil montar um evento destes.
Parece... mas não é!...
Mas correu bem. Muito bem.



Com fantasmas, vampiros e lobisomens de serviço, escondidos atrás das árvores, espalhados pelo meio do percurso, o susto estava assegurado!
Buuuuhhhhhhh :-)

E lá estava também a atlética equipa do Moto Clube do Porto.
Desta vez com uma pequena representação de apenas 5 motos.
Uma pequena mas suficiente representação para efectuar o serviço pedido pelo Jorge Teixeira, director da prova, para transportar repórteres fotográficos e cameramen pelos escorregadios, enlameados e arenosos trilhos do parque.
Difícil mas muito giro!!



E pronto, que venha a próxima, que até já não falta muito.
Dia 20 temos a Corrida/Caminhada dos Ossos Saudáveis 2013.
A não perder, sempre de duas rodas  ;-)

29 setembro 2013

Row your boat, gently down the stream...

É extraordinário o que uns dias de chuva fazem.
Parece que as férias foram já há uma eternidade.
Mas talvez não seja só a chuva!...



Praia da Congida, Freixo-de-Espada-à-Cinta, sob, literalmente, 40 graus à sombra.
Depois de uma caminhada incrivelmente seca (que já merecia ter passado por aqui...) um bonito e relaxado passeio de barco pelas verdes e refrescantes águas do Douro Internacional.
Sem ter que remar...



"Eu gosto é do verão..."
Esta acabou por ser decretada a música oficial destas férias, ainda que devido a uma certa publicidade.
Mas eu até gosto do Outono... ;-)




Row, row, row your boat, gently down the stream.
If you see an alligator, don't forget to cream.

Row, row, row your boat, gently down the stream.
Throw your teacher overboard and listen to her scream.

Mais uma vez, extraordinário, aquilo que se ensina aos miúdos!....

29 agosto 2013

Caminhada de espada à cinta

As férias são para descansar!
Sim, mas há descanso com várias formas e feitios. Nos tempos que correm, o essencial é mesmo descansar a cabeça. Nem tanto o corpo.
O corpo, esse, precisa de descanso das cadeiras. Das más posições. Dos computadores.

Há que caminhar!
Freixo de Espada à Cinta não é um sítio bom para quem se quer iniciar nestas lides. Muita subida e muita descida íngreme causam mossa.
Pelo contrário, nada de muito preocupante para quem já caminha "certinho" há um ano (faz hoje precisamente, curiosamente!).



Em tempo de temperaturas quentes no país, o Douro Superior é tórrido!
A temperatura máxima que consegui "apanhar", com o carro parado à sombra, foi de 40,5 ºC, tendo-se mantido, durante uma semana, sempre bem acima dos 35 ºC.
De noite, deve ter sido raro o dia que desceu dos 30...
Tórrido!

Assim, a única forma de se conseguir caminhar com algum "conforto" é logo às 7:30.
Bem cedinho (o sol nascia às 6:45, do lado de Espanha) lá fui eu, por duas vezes.
Uma primeira "para baixo", pelos campos, uma segunda "para cima", bem até ao alto, ao Santuário da Nossa dos Montes Ermos.
A grande, a verdadeira Senhora dos grandes vinhos! ;-)




A correr ou a saltar, a passo acelerado ou com toda a calma, uma visita a Freixo de Espada à Cinta e aos seus arredores vale muito a pena.
Depois da visita com o AudioTT (que já foi há mais de dois anos, vá-se lá perceber como(!!), que percorremos os caminhos mais fora-de-estrada e em apenas dois dias, esta foi uma visita mais pachorrenta.
Vale mesmo a pena!



Para o final, deixo um link para um pequeníssimo filme das duas corridas/caminhadas (ou marcor, como se diz na "guerra") feitas nesta terra, durante o mês de Agosto.
Com música animada e tudo! ;-)

05 agosto 2013

Mais antigo que a Sé de Braga!

Duas seguidas, e esta logo no dia seguinte à actividade.
Difícil, mas até é verdade ;-)
Deve ser do Agosto. Do cheirinho a férias. Ainda que, para já, só o cheirinho...

Voltemos ao Caminho, desta vez em companhia.
Daniel, Pedro e Manuel acompanharam-me (ou fui eu que os acompanhei :) durante os 30 km da tirada. Tenho-lhes a agradecer pois foi bem interessante.
Uma boa tirada, que começou no apeadeiro de Esmeriz, o mais perto de Cabeçudos, onde tinha dado por finalizado o "reconhecimento" do último dia.


Uma coisa que já deu para notar é que estes trilhos nunca são iguais.
Troços de estradas nacionais, secundárias, quelhas, pelo meio dos campos, pelos montes, tudo faz parte destes Caminhos.
Algumas ligações não têm piada nenhuma, mas a maioria são muito interessantes.



A contabilidade de concelhos atravessados já vai em 5.
Porto, Maia, Trofa, Famalicão e Braga.
Cada um com os seus pontos de interesse, nenhum se destaca por estar melhor ou pior marcado com as famosas setas amarelas.



O Minho e as suas belas paisagens, sempre verdes e ainda floridas.
Não é por nada que temos o verde Minho com o seu verde vinho ;-)



E desta vez até eu apareço na paisagem...




Os meu colegas de tirada, aqui em plena acção ciclística, num dos trilhos do dia que mais gostamos.
Uma descida com cerca de 1 km, em terra e pedra, por entre uma floresta já bem antiga.
Imagino que ao Pedro e ao Daniel deve ter custado um pouco mais por não estarem com um nível de treino tão "apurado" quanto o necessário.
Espero que essas pernas hoje já estejam descansadas e prontas para a próxima.



Mas desta vez havia destino marcado: a Sé de Braga.
A tal. A mais antiga.
Destino com hora marcada e tudo, pois a vinda estava prevista para ser de comboio, da mesma forma que já chegamos a Esmeriz. Grande meio de transporte, agora com a possibilidade de transporte fácil de bikes.



Chegamos todos, e bem. Foram 30 km em boa companhia.
Obrigado aos três.
Encontramo-nos novamente em Braga para a continuação?... ;-)

30 julho 2013

A caminhar... de bike

Novamente pelos "Caminhos de Santiago".
Esta foi já a terceira parte do reconhecimento deste caminho, mas à taxa actual de actualização do blog até posso chegar ao destino que só passados dois anos é que sai o relato...

Na última etapa tinha chegado a São Romão do Coronado, e foi precisamente de lá que comecei o troço efectuado no passado domingo.
Este é um caminho marcado, é certo, mas não é dos mais conhecidos ou efectuados.
Não é o "da costa", nem o "de Barcelos", como já tinha percebido no Porto, pouco depois de sair da Sé.
Mas é muito interessante!

Depois de sair das zonas mais urbanas começa a entrar em trilhos de terra... e a subir.
As três fotos seguintes foram feitas no alto do monte de Paradela, Trofa.
Fiquei com pena de não ter levado a máquina fotográfica TT, pois com os aguaceiros que estavam a fazer tinha o telemóvel dentro da capa impermeável, muito pouco jeitosa para "tirar e meter", fazendo com que não apetecesse parar para fotografar...

Ficam uns exemplos.




E quem sobe... sempre desce.
A passagem do rio Ave, algures entre Trofa e Santo Tirso.
Uma pontezinha de pedra, com semáforos, de tão estreita que é.



O ponto mais a norte que cheguei desta vez foi a Cabeçudos, Vila Nova de Famalicão, já depois de passar a A7.
Aí está o ponto de partida da próxima etapa.