Sem comentários, aqui fica um slideshow com uma pequena selecção de fotos feitas este fim-de-semana no Alto-Alentejo, perto de Avis, durante um encontro organizado por algumas empresas ligadas a passeios fora-de-estrada com motos Trail.
Uma selecção onde a Transalp está em grande!
;-)
Comentários já a seguir...
Este blog foi criado com o intuito de publicar os meus "feitos" extra curriculares e extra familiares. Pretendo relatar, sempre que possível com apoio fotográfico, as actividades que desenvolvo como hobbie, quer seja de carro, moto, bicicleta, a caminhar, correr ou simplesmente fotografia.
08 setembro 2009
29 agosto 2009
you beach!
Ancão. Beach of Ancão.
Que é como quem diz: praia!
Muito azul e de areia fina, com bom acesso e fácil de estacionar, bem junto às dunas que definem o início do Parque Natural da Ria Formosa.
Uma fotografia a mostrar o vazio matinal...

Esta foi a "nossa" praia durante uns dias.
Só lá fomos uma vez de manhã, precisamente no primeiro dia.
A nossa falta de profissionalismo praiísta não nos permite passar o dia inteiro na praia, como o fazem 90% do pessoal que por lá andava, por isso resolvemos mudar de estratégia e passar a ir à praia só de tarde.

Agradável!
Este ano, e ao contrário de anos anteriores, a água estava quente.
Dava perfeitamente para ficar com os pés dentro de água durante largos minutos, enquanto se "controlava"...
Imaginem isto aqui no norte!...
11 e meia. Hora de procurar uma sombra.
Que é como quem diz: praia!
Muito azul e de areia fina, com bom acesso e fácil de estacionar, bem junto às dunas que definem o início do Parque Natural da Ria Formosa.
Uma fotografia a mostrar o vazio matinal...

Esta foi a "nossa" praia durante uns dias.
Só lá fomos uma vez de manhã, precisamente no primeiro dia.
A nossa falta de profissionalismo praiísta não nos permite passar o dia inteiro na praia, como o fazem 90% do pessoal que por lá andava, por isso resolvemos mudar de estratégia e passar a ir à praia só de tarde.

Agradável!
Este ano, e ao contrário de anos anteriores, a água estava quente.
Dava perfeitamente para ficar com os pés dentro de água durante largos minutos, enquanto se "controlava"...
Imaginem isto aqui no norte!...
11 e meia. Hora de procurar uma sombra.
26 agosto 2009
Top Real Estate
Total e completa mudança de cenário!
Este tem sido o modelo de férias seguido nos últimos anos. Férias repartidas entre, se possível, duas zonas diferentes. E desta vez acho que atingimos o zénite das diferenças! Do interior norte para o litoral sul.
O hotel, o Pinus Ria, fica localizado a uns 3 quilómetros da praia, mas oh! que localização...

Em pleno Parque Natural da Ria Formosa, mais precisamente no extremo oeste deste.
No meio de pinheiros... entre a Quinta do Lago e Vale do Lobo.
Verdadeiramente às portas do "céu" ;-)

E este é o tema principal de hoje: o imobiliário.
"-Crisis, what crisis?"

Casas, ou mais precisamente casonas palaciais, com valores mínimos a rondar os 2,5 M, como confirmei nas montras das imensas imobiliárias que por lá existem, dentro de uma área correspondente a uma pequena cidade.
Tudo "embrulhado" em arruamentos e jardins de primeira, por entre vários campos de golfe de... muitos buracos.
Afinal sempre havia um jardim à beira mar plantado. Era aqui!...

No primeiro dia por lá fiz aquilo que costumo fazer sempre: reconhecimento.
Costumo também admirar as paisagens, as gentes, os costumes. Mas aqui foi um pouco diferente.
Maravilhado não é bem o termo, mas admito que fiquei "qualquer coisa" lá perto.
Uma coisa é ouvir e ler as notícias com as estatísticas, os números, dos milionários que existem em Portugal e no mundo. Outra coisa, mais real, mais palpável, é ver os locais, as casas e os carros onde muita, mas muito gente mesmo, tem a sua casa... de férias.

Mesmo tendo-me sentido pequenino, quase à escala planetária, apreciei o passeio. Gostei!
Afinal, estes iriam ser os meus vizinhos nos próximos dias.
:-)))
Voltamos ao nosso hotel e às nossas piscinas.
A realidade é mesmo uma coisa estranha, principalmente quando se confirma que as escalas são tão variadas...
Este tem sido o modelo de férias seguido nos últimos anos. Férias repartidas entre, se possível, duas zonas diferentes. E desta vez acho que atingimos o zénite das diferenças! Do interior norte para o litoral sul.
O hotel, o Pinus Ria, fica localizado a uns 3 quilómetros da praia, mas oh! que localização...

Em pleno Parque Natural da Ria Formosa, mais precisamente no extremo oeste deste.
No meio de pinheiros... entre a Quinta do Lago e Vale do Lobo.
Verdadeiramente às portas do "céu" ;-)

E este é o tema principal de hoje: o imobiliário.
"-Crisis, what crisis?"

Casas, ou mais precisamente casonas palaciais, com valores mínimos a rondar os 2,5 M, como confirmei nas montras das imensas imobiliárias que por lá existem, dentro de uma área correspondente a uma pequena cidade.
Tudo "embrulhado" em arruamentos e jardins de primeira, por entre vários campos de golfe de... muitos buracos.
Afinal sempre havia um jardim à beira mar plantado. Era aqui!...

No primeiro dia por lá fiz aquilo que costumo fazer sempre: reconhecimento.
Costumo também admirar as paisagens, as gentes, os costumes. Mas aqui foi um pouco diferente.
Maravilhado não é bem o termo, mas admito que fiquei "qualquer coisa" lá perto.
Uma coisa é ouvir e ler as notícias com as estatísticas, os números, dos milionários que existem em Portugal e no mundo. Outra coisa, mais real, mais palpável, é ver os locais, as casas e os carros onde muita, mas muito gente mesmo, tem a sua casa... de férias.

Mesmo tendo-me sentido pequenino, quase à escala planetária, apreciei o passeio. Gostei!
Afinal, estes iriam ser os meus vizinhos nos próximos dias.
:-)))
Voltamos ao nosso hotel e às nossas piscinas.
A realidade é mesmo uma coisa estranha, principalmente quando se confirma que as escalas são tão variadas...
16 agosto 2009
Tour de Douro
Mais um dia de sol e calor.
Numa semana com temperaturas ligeiramente acima dos 30 degraus, este foi um dia que começou com uma "visita à adega".
Ainda fora de época, que terá início em breve, em inícios de Setembro, fomos conhecer todo o processo de criação dos grandes "tintóis" ;-)
Uma visita guiada, desde o "balde" de entrada, para onde são descarregadas as dornas que chegam dos campos carregadas de uvas, até aos enormes toneis, de 30 mil litros, onde ficam armazenados os tintos.
Interessante, no mínimo!

Ainda antes da "hora proibida" de exposição ao sol, mais uma mergulho e... como não podia deixar de ser, uma pequena sessão fotográfica, com uns enquadramentos florais.
:-)

Tempo para um pequeno tour, mas que atravessou 3 distritos: o de Vila Real, de onde partimos; o de Bragança e o de Viseu.
E não foi preciso andar muito. É que as "fronteiras" eram "mesmo ali".
Depois do almoço, em Alijó, seguimos em direcção a Pombal de Ansiães para uma pequena passagem na aldeia que tão bem nos acolheu nas férias de verão de 2006...
Mas antes de lá chegar, a passagem pelo Tua, com a sua bem conhecida (muitas vezes pelos piores motivos...) linha ferroviária.
Não fossem as péssimas condições de conservação desta linha, valeria muito a pena fazê-la de comboio!...

Antes de atravessar para Viseu e antes de passar por outra terra que me trás grandes recordações, S. João da Pesqueira, a passagem pela barragem da Valeira, localizada logo abaixo do "S" do Cachão da Valeira, uma das gargantas mais fundas e apertadas de toda a extensão do rio Douro.
Não, não é o que está representado na foto... mas fica logo acima, à esquerda.

Nesta volta, como não podia deixar de ser para terminar dentro de "tempo útil", voltamos a passar por Pinhão.
Desta vez podemos observar a vila desde o lado nascente, "de onde vem" o rio.
De volta às piscinas do Silval para mais um final de tarde fantástico.
Não é possível ver o pôr do sol, pois o hotel fica a cerca de meia altura do vale, mas os tons observados por volta das 8 da tarde são muito interessantes. Quentes.
Aqui, o resultado de uma experiência, apenas com variações de ISO, aberturas e WB, até porque (ainda) não uso qualquer tipo de filtro.
Gostei muito do resultado, embora não se perceba neste formato de imagem, tão pequeno.
A meio de Agosto e algumas folhas já começavam a ganhar os tons castanho, característicos do outono...
Um "carrapato" do Gonçalo ;-)
Os gnomos de jardim.
Chegava-se a esta hora e eles saiam das tuas pequenas casinhas!
:-)
E para terminar, e já depois do merecido Dorna Velha do dia, umas nocturnas.
Pena não ter conseguido apanhar o céu ainda com um pouco de luz...
A despedida deste sítio surpreendente foi na manhã seguinte, mas não cheguei a tirar mais fotos.
As próximas já serão de outra localização, mais a sul...
Até lá.
Numa semana com temperaturas ligeiramente acima dos 30 degraus, este foi um dia que começou com uma "visita à adega".
Ainda fora de época, que terá início em breve, em inícios de Setembro, fomos conhecer todo o processo de criação dos grandes "tintóis" ;-)
Uma visita guiada, desde o "balde" de entrada, para onde são descarregadas as dornas que chegam dos campos carregadas de uvas, até aos enormes toneis, de 30 mil litros, onde ficam armazenados os tintos.
Interessante, no mínimo!

Ainda antes da "hora proibida" de exposição ao sol, mais uma mergulho e... como não podia deixar de ser, uma pequena sessão fotográfica, com uns enquadramentos florais.
:-)

Tempo para um pequeno tour, mas que atravessou 3 distritos: o de Vila Real, de onde partimos; o de Bragança e o de Viseu.
E não foi preciso andar muito. É que as "fronteiras" eram "mesmo ali".
Depois do almoço, em Alijó, seguimos em direcção a Pombal de Ansiães para uma pequena passagem na aldeia que tão bem nos acolheu nas férias de verão de 2006...
Mas antes de lá chegar, a passagem pelo Tua, com a sua bem conhecida (muitas vezes pelos piores motivos...) linha ferroviária.
Não fossem as péssimas condições de conservação desta linha, valeria muito a pena fazê-la de comboio!...

Antes de atravessar para Viseu e antes de passar por outra terra que me trás grandes recordações, S. João da Pesqueira, a passagem pela barragem da Valeira, localizada logo abaixo do "S" do Cachão da Valeira, uma das gargantas mais fundas e apertadas de toda a extensão do rio Douro.
Não, não é o que está representado na foto... mas fica logo acima, à esquerda.

Nesta volta, como não podia deixar de ser para terminar dentro de "tempo útil", voltamos a passar por Pinhão.
Desta vez podemos observar a vila desde o lado nascente, "de onde vem" o rio.
De volta às piscinas do Silval para mais um final de tarde fantástico.
Não é possível ver o pôr do sol, pois o hotel fica a cerca de meia altura do vale, mas os tons observados por volta das 8 da tarde são muito interessantes. Quentes.
Aqui, o resultado de uma experiência, apenas com variações de ISO, aberturas e WB, até porque (ainda) não uso qualquer tipo de filtro.
Gostei muito do resultado, embora não se perceba neste formato de imagem, tão pequeno.
A meio de Agosto e algumas folhas já começavam a ganhar os tons castanho, característicos do outono...
Um "carrapato" do Gonçalo ;-)
Os gnomos de jardim.
Chegava-se a esta hora e eles saiam das tuas pequenas casinhas!
:-)
E para terminar, e já depois do merecido Dorna Velha do dia, umas nocturnas.
Pena não ter conseguido apanhar o céu ainda com um pouco de luz...
A despedida deste sítio surpreendente foi na manhã seguinte, mas não cheguei a tirar mais fotos.
As próximas já serão de outra localização, mais a sul...
Até lá.
10 agosto 2009
Pinhões e amêndoas...
... laranjas e pêssegos, uvas e azeitonas.
Tudo isto numa paisagem alterada pelo homem, de uma forma tão bem conseguida que até queriam (querem?) considerá-la como beleza natural.
De natural não tem (quase) nada, mas que é uma beleza, lá isso é!
De Vale de Mendiz, localização do Quinta do Silval, descemos até Pinhão, antiga "capital do embarque" de tudo o que a região produzia (e produz) para "baixo", para o Porto, a bordo do típico barco rabelo.

Mas actualmente já não são os artigos comestíveis ou bebestíveis que entram nos rabelos. Antes, pessoas.
Paletes de pessoas!
Tantas, que os rabelos já não chegavam para as encomendas. Tiveram que trazer uns paquetes para transportar turistas, pelo menos, até Barca D'Alva.
Este é o Infante D. Henrique.

Paisagem larga, esta!

Pinhão tem apenas uma ponte, rodoviária, sobre o Douro. Conta ainda com três outras sobre o rio Pinhão. Uma rodoviária, outra ferroviária e uma pedestre.
E foi nesta nesta última, a mais recente das três, que o Gui se abriu em altos berros, depois de ter perdido um bife de um dedo, numa travessa de madeira.
Ponte má! ;-(

E basta subir um pouco pelas margens do Pinhão para perceber a quantidade de quintas, quintinhas e quintonas que por aqui existem.
Todos os recantos estão aproveitados para a produção do belo tintol (sempre prefiro esta expressão à do belo néctar :-) ou da bela oliva.
A produção de Douro ou Porto está a dar e é impressionante ver o quanto!

Aqui o Quinta do Silval visto de baixo, do rio, para cima, pela encosta norte.

A praia fluvial do Passadouro.
É uma local muito interessante, bem arranjadinho, com bar, casas de banho e afins. Está é talvez um pouco mal sinalizada. Só dei com ela quando lá cheguei.
Mas digo "talvez" porque talvez seja melhor assim!...

Novamente o Quinta do Silval, agora visto de cima, de Vilarinho de Cotas.

Sobranceira ao vale pinhoense fica Casal de Loivos, de onde se pode apreciar, num dia claro como este estava, uma vista larga e fantástica sobre Pinhão e outras terras durienses, já para o distrito de Viseu.
Custa um pouco ir "lá acima", até porque a principal estrada de acesso estava interrompida por estar a levar um novo tapete, mas vale muito a pena!

Ah, eis chegado o momento mais esperado do dia, o jantar.
Digo momento, mas esta é apenas uma forma de expressão. Hora e meia de puro prazer e deleite seria o mais correcto.
A cozinha é óptima, de sabor e apresentação, mas é a parte líquida que mais apreciei. Foi neste dia que provei o intricado Tinta Roriz. Admito a minha total incapacidade para descrever sabores, mas já há muito que li, e agora comprovei em conversa com o connaisseur de vinhos do hotel, que um bom vinho é aquele que nos satisfaz plenamente, e não aquele que um ou dois especialistas o apontam como o sendo.
Dos vários tintos do Douro que conheço e que provei o Dorna Velha - Tinta Roriz é um dos que para mim me transmite melhor a ligação à região. Aos seus sabores e ambientes.
Esplêndido mesmo!
Tudo isto numa paisagem alterada pelo homem, de uma forma tão bem conseguida que até queriam (querem?) considerá-la como beleza natural.
De natural não tem (quase) nada, mas que é uma beleza, lá isso é!
De Vale de Mendiz, localização do Quinta do Silval, descemos até Pinhão, antiga "capital do embarque" de tudo o que a região produzia (e produz) para "baixo", para o Porto, a bordo do típico barco rabelo.

Mas actualmente já não são os artigos comestíveis ou bebestíveis que entram nos rabelos. Antes, pessoas.
Paletes de pessoas!
Tantas, que os rabelos já não chegavam para as encomendas. Tiveram que trazer uns paquetes para transportar turistas, pelo menos, até Barca D'Alva.
Este é o Infante D. Henrique.

Paisagem larga, esta!

Pinhão tem apenas uma ponte, rodoviária, sobre o Douro. Conta ainda com três outras sobre o rio Pinhão. Uma rodoviária, outra ferroviária e uma pedestre.
E foi nesta nesta última, a mais recente das três, que o Gui se abriu em altos berros, depois de ter perdido um bife de um dedo, numa travessa de madeira.
Ponte má! ;-(

E basta subir um pouco pelas margens do Pinhão para perceber a quantidade de quintas, quintinhas e quintonas que por aqui existem.
Todos os recantos estão aproveitados para a produção do belo tintol (sempre prefiro esta expressão à do belo néctar :-) ou da bela oliva.
A produção de Douro ou Porto está a dar e é impressionante ver o quanto!

Aqui o Quinta do Silval visto de baixo, do rio, para cima, pela encosta norte.

A praia fluvial do Passadouro.
É uma local muito interessante, bem arranjadinho, com bar, casas de banho e afins. Está é talvez um pouco mal sinalizada. Só dei com ela quando lá cheguei.
Mas digo "talvez" porque talvez seja melhor assim!...

Novamente o Quinta do Silval, agora visto de cima, de Vilarinho de Cotas.

Sobranceira ao vale pinhoense fica Casal de Loivos, de onde se pode apreciar, num dia claro como este estava, uma vista larga e fantástica sobre Pinhão e outras terras durienses, já para o distrito de Viseu.
Custa um pouco ir "lá acima", até porque a principal estrada de acesso estava interrompida por estar a levar um novo tapete, mas vale muito a pena!

Ah, eis chegado o momento mais esperado do dia, o jantar.
Digo momento, mas esta é apenas uma forma de expressão. Hora e meia de puro prazer e deleite seria o mais correcto.
A cozinha é óptima, de sabor e apresentação, mas é a parte líquida que mais apreciei. Foi neste dia que provei o intricado Tinta Roriz. Admito a minha total incapacidade para descrever sabores, mas já há muito que li, e agora comprovei em conversa com o connaisseur de vinhos do hotel, que um bom vinho é aquele que nos satisfaz plenamente, e não aquele que um ou dois especialistas o apontam como o sendo.
Dos vários tintos do Douro que conheço e que provei o Dorna Velha - Tinta Roriz é um dos que para mim me transmite melhor a ligação à região. Aos seus sabores e ambientes.
Esplêndido mesmo!
Subscrever:
Mensagens (Atom)