O título não podia ser mais sugestivo... ;-)
As imagens do curto vídeo foram feitas ontem, durante o passeio para Trails organizado pelo Moto Clube do Porto.
A entrada em terra fez-se junto à barragem da Queimadela e, para começar a aquecer, a subida do dia.
Um caminho estreito com pedras e degraus de bom tamanho, a dificultar a vida aos pilotos.
Um mês antes, quando por lá passei no reconhecimento, pareceu-me que ia ser complicado, mas depois das chuvas das últimas semanas, conseguiu ficar um pouco pior...
Infelizmente não tenho mais imagens :-(
Tinha a máquina configurada para resolução máxima de vídeo, coisa que nunca tinha usado, e foi um "sugadouro" de memória.
Ainda para mais, acabei de verificar que o acréscimo de qualidade é muito pouco notória no YouTube (para a melhor qualidade clicar em HQ)
Este blog foi criado com o intuito de publicar os meus "feitos" extra curriculares e extra familiares. Pretendo relatar, sempre que possível com apoio fotográfico, as actividades que desenvolvo como hobbie, quer seja de carro, moto, bicicleta, a caminhar, correr ou simplesmente fotografia.
20 abril 2009
Leituras
Nada como variar!
Um texto de opinião, para variar.
Apanhei isto na Sábado.
Rosa Lobato Faria não lê na cama.
Diz ela que "acha uma maldade fazê-lo com os outros escritores".
Pois eu não podia estar mais de acordo.
Nunca percebi o conceito de "adormecer com um livro", principalmente quando, supostamente, se está a ler um livro bom.
(ou um bom livro?)
Um texto de opinião, para variar.
Apanhei isto na Sábado.
Rosa Lobato Faria não lê na cama.
Diz ela que "acha uma maldade fazê-lo com os outros escritores".
Pois eu não podia estar mais de acordo.
Nunca percebi o conceito de "adormecer com um livro", principalmente quando, supostamente, se está a ler um livro bom.
(ou um bom livro?)
18 abril 2009
Recon na Cabreira
Acho que defini o limite alto de mais...
Comecei a escrever crónicas demasiado longas e elaboradas e agora não estava a querer baixar o nível.
Pois vai ter de ser! Assim não dá!
Assim não sai nada...
Para mudar a situação, aqui fica uma selecção de fotos de há quase um mês atrás, num percurso efectuado em reconhecimento, entre Fafe e Cabeceiras de Basto, atravessando, entre outras, a serra da Cabreira.
A maior parte do percurso tracei-o em casa, com o Ozi e com as cartas.
E, há excepção de um pequeno troço de 50 m, de ligação a uma pequena ponte, entre campos, bateu tudo certo.
A primeira fotografia foi feita junto à barragem da Queimadela.
Um pequeno lago, mas muito interessante, até para uma pesquinha!!
Nos troços rápidos de Fafe-Lameirinha, por onde passam sempre os ralis.
A molhar os pés na barragem do Ermal, do rio Ave.
Numa ponte sobre o rio Ave. Um local perfeitamente bucólico.
Muito agradável esta paragem!...
Entre os verdes campos, do nosso verde Minho, uns quilómetros a sul de Vieira do Minho.
A apreciar a paisagem florestal, em ambiente outonal mas em plena primavera!
Num dos troços que tivemos de desistir e voltar para trás!...
A subida ao marco geodésico da Vaca, que fiz há dois anos de carro, com o Clube Audio-TT, estava impenetrável!!...
Muito perto do alto da Cabreira, com o Gerês em fundo.
Já na descida no sentido sul, de Cabeceiras de Basto.
Com a luz quente do sol já "a pousar"...
Já em estrada, um belo exemplar da arquitectura nortenha.
Depois deste reconhecimento, efectuado na companhia do Sérgio Sauros e do Paulo Acácio, amanhã será o dia do passeio, com os sócios avenTTureiros do Moto Clube do Porto.
Alvorada às seven hundred and thirty minutes!!
Comecei a escrever crónicas demasiado longas e elaboradas e agora não estava a querer baixar o nível.
Pois vai ter de ser! Assim não dá!
Assim não sai nada...
Para mudar a situação, aqui fica uma selecção de fotos de há quase um mês atrás, num percurso efectuado em reconhecimento, entre Fafe e Cabeceiras de Basto, atravessando, entre outras, a serra da Cabreira.
A maior parte do percurso tracei-o em casa, com o Ozi e com as cartas.
E, há excepção de um pequeno troço de 50 m, de ligação a uma pequena ponte, entre campos, bateu tudo certo.
A primeira fotografia foi feita junto à barragem da Queimadela.
Um pequeno lago, mas muito interessante, até para uma pesquinha!!
Nos troços rápidos de Fafe-Lameirinha, por onde passam sempre os ralis.
A molhar os pés na barragem do Ermal, do rio Ave.
Numa ponte sobre o rio Ave. Um local perfeitamente bucólico.
Muito agradável esta paragem!...
Entre os verdes campos, do nosso verde Minho, uns quilómetros a sul de Vieira do Minho.
A apreciar a paisagem florestal, em ambiente outonal mas em plena primavera!
Num dos troços que tivemos de desistir e voltar para trás!...
A subida ao marco geodésico da Vaca, que fiz há dois anos de carro, com o Clube Audio-TT, estava impenetrável!!...
Muito perto do alto da Cabreira, com o Gerês em fundo.
Já na descida no sentido sul, de Cabeceiras de Basto.
Com a luz quente do sol já "a pousar"...
Já em estrada, um belo exemplar da arquitectura nortenha.
Depois deste reconhecimento, efectuado na companhia do Sérgio Sauros e do Paulo Acácio, amanhã será o dia do passeio, com os sócios avenTTureiros do Moto Clube do Porto.
Alvorada às seven hundred and thirty minutes!!
11 abril 2009
Dureza da boa!
Esta coisa de pertencer a muitos fóruns de discussão havia de dar algum mau resultado!...
Hoje já é dia 11 e ainda não houve qualquer post durante este mês.
E não por falta de material. Não! Esse até está aí a dar com um pau!
;-)
Mas deixemo-nos de lamurias e avancemos com coisas sérias!
E avançar é mesmo o termo.
Vou avançar sobre uma Aventura, já efectuada no dia 21 de Março, para mostrar um filmezinho, feito faz hoje uma semana, num passeio em que acompanhei os Nomad's do nuorte.
Para já o filme, mais logo a crónica fotográfica.
Hoje já é dia 11 e ainda não houve qualquer post durante este mês.
E não por falta de material. Não! Esse até está aí a dar com um pau!
;-)
Mas deixemo-nos de lamurias e avancemos com coisas sérias!
E avançar é mesmo o termo.
Vou avançar sobre uma Aventura, já efectuada no dia 21 de Março, para mostrar um filmezinho, feito faz hoje uma semana, num passeio em que acompanhei os Nomad's do nuorte.
Para já o filme, mais logo a crónica fotográfica.
31 março 2009
A sul do Cávado e do Rabagão - 2
As paisagens, a leste da Cabreira, mudam bastante.
Não perdem beleza, apenas se alteram.
Por terras de Alturas do Barroso, e mais junto à albufeira do Alto Rabagão (ou de Pisões), há uma zona mais planáltica, bem diferente dos picos pedregosos que tínhamos acabado de atravessar.

E estava na altura do almoço.
Aliás, bem na altura!
Previsto para tarde, foi já perto das 3 da tarde que nos sentamos à mesa. Nada de especial, mas a fome já apertava.
;-)
A grande curiosidade, à chegada ao restaurante na aldeia de Vilarinho Seco, eram os carros que lá estavam estacionados, e mais ainda o que estava à porta.
Um Aston Martin, que todos ficaram a admirar...

O restaurante, já conhecido de muitos dos elementos do grupo, não fazia parte do meu rol de conhecidos. Mas em boa hora passou a constar!
Primeiro, a casa em si. Muita pedra, a condizer a cem por cento com o ambiente.
Segundo, e mais importante, a comida.
Nitidamente confeccionada com produtos locais, tem um sabor... bom!
O sabor que os produtos, quando colhidos recentemente e produzidos naturalmente, têm. Muito bom!
Um cozido à portuguesa de qualidade!

À saída do restaurante ainda aproveitamos para mais duas de letra.
É que se ninguém tinha dúvidas da qualidade do cozido, também ninguém tinha dúvidas do peso que este provoca, logo após a refeição.
E lá ficamos a "giboiar" um pouco...
Vilarinho Seco é uma pequena aldeia de montanha, mas que tem motivos suficientes para uma visita um pouco mais prolongada.
Com algum cuidado para não pisar as muitas bostas de vaca, por todo o lado espalhadas e que dão um aroma tão característico ao local ;-), há por ali temas que dariam para um fotopaper.
:-)

Mas o caminho é feito para a frente e, neste caso, também para baixo.
Muita pedra, a trazer mais dureza.
Que forma formidável de compactar o conteúdo do estômago!
;-)

Muita pedra, em caminhos estreitos, que levam a recantos que valem muito a pena conhecer!

Mas estes percursos para o Pinin são complicados.
Costumo dizer que o Pinin tem de ser conduzido por trilhos diferentes dos utilizados por todos os outros carros.
No entanto, nestes caminhos estreitos, as opções não são muitas. Meio metro para um lado, meio metro para o outro, e é tudo. A escolha das pedras por onde as rodas passam é crucial.
Ainda assim, as protecções rasparam em duas pedras.
Mas elas estão lá para isso mesmo!
No caso de carros mais largos a folga é menor, ou mesmo inexistente.
No entanto, a maior largura também costuma "trazer" maior altura.
Assim, para eles a dificuldade está em passar lateralmente e não por cima...

Estes foram uns troços muito interessantes.
Caminhos pelo meio dos campos, entre muros e com muita água.
Gostei muito de os fazer!

No final destes troços, mais uma paragem para reagrupamento.
Um esticar de pernas necessário, depois dos muitos saltos dados nos últimos quatro ou cinco quilómetros... ;-)

E estava praticamente no final.
O troço da tarde era bastante pequeno, bem à medida do que tinha sobrado da tarde.
É que já estava a ficar noite...

Embora com uma qualidade, no mínimo, duvidosa (mas daquelas que ninguém duvida ;-), coloco aqui uma foto de uma das imensas queimadas que passamos ao longo do dia.
Este foi o dia anterior a ter-se iniciado alguns dos maiores incêndios do ano, nomeadamente no Gerês.
Assim não admira!!
Um pouco mais à frente, na estrada de Boticas, ligamos mesmo para o 117, a informar que estava a arder junto à estrada. Foi a primeira vez que fiz isto, e pareceu-me que os serviços funcionam muito bem. Já sabiam que estava a arder naquele sítio e a resposta demorou apenas meio minuto.

E pronto, chegamos ao Castro de Carvalhelhos, praticamente o final do passeio.
O Gonçalo, como praticamente o pessoal todo, saiu para esticar as pernas mais uma vez.
Bem, no caso dele foi mesmo dar umas grande corridas. Passar um dia inteiro fechado dentro de um carro, no banco de trás e aos saltos, não é propriamente uma ideia de diversão para ele :-)

Daqui ainda seguimos até à estrada nacional, que vem de Salto e passa em Boticas e, como é também costume, terminamos com os restos do lanche da manhã. Uma sande mista e uma água, antes de rumar a casa, sabe muito bem!
Mais uma vez, os meus agradecimentos a todos os presentes, pela companhia, e em particular ao Rui Martins pela organização de mais este evento, em grande!
Não perdem beleza, apenas se alteram.
Por terras de Alturas do Barroso, e mais junto à albufeira do Alto Rabagão (ou de Pisões), há uma zona mais planáltica, bem diferente dos picos pedregosos que tínhamos acabado de atravessar.

E estava na altura do almoço.
Aliás, bem na altura!
Previsto para tarde, foi já perto das 3 da tarde que nos sentamos à mesa. Nada de especial, mas a fome já apertava.
;-)
A grande curiosidade, à chegada ao restaurante na aldeia de Vilarinho Seco, eram os carros que lá estavam estacionados, e mais ainda o que estava à porta.
Um Aston Martin, que todos ficaram a admirar...

O restaurante, já conhecido de muitos dos elementos do grupo, não fazia parte do meu rol de conhecidos. Mas em boa hora passou a constar!
Primeiro, a casa em si. Muita pedra, a condizer a cem por cento com o ambiente.
Segundo, e mais importante, a comida.
Nitidamente confeccionada com produtos locais, tem um sabor... bom!
O sabor que os produtos, quando colhidos recentemente e produzidos naturalmente, têm. Muito bom!
Um cozido à portuguesa de qualidade!

À saída do restaurante ainda aproveitamos para mais duas de letra.
É que se ninguém tinha dúvidas da qualidade do cozido, também ninguém tinha dúvidas do peso que este provoca, logo após a refeição.
E lá ficamos a "giboiar" um pouco...
Vilarinho Seco é uma pequena aldeia de montanha, mas que tem motivos suficientes para uma visita um pouco mais prolongada.
Com algum cuidado para não pisar as muitas bostas de vaca, por todo o lado espalhadas e que dão um aroma tão característico ao local ;-), há por ali temas que dariam para um fotopaper.
:-)

Mas o caminho é feito para a frente e, neste caso, também para baixo.
Muita pedra, a trazer mais dureza.
Que forma formidável de compactar o conteúdo do estômago!
;-)

Muita pedra, em caminhos estreitos, que levam a recantos que valem muito a pena conhecer!

Mas estes percursos para o Pinin são complicados.
Costumo dizer que o Pinin tem de ser conduzido por trilhos diferentes dos utilizados por todos os outros carros.
No entanto, nestes caminhos estreitos, as opções não são muitas. Meio metro para um lado, meio metro para o outro, e é tudo. A escolha das pedras por onde as rodas passam é crucial.
Ainda assim, as protecções rasparam em duas pedras.
Mas elas estão lá para isso mesmo!
No caso de carros mais largos a folga é menor, ou mesmo inexistente.
No entanto, a maior largura também costuma "trazer" maior altura.
Assim, para eles a dificuldade está em passar lateralmente e não por cima...

Estes foram uns troços muito interessantes.
Caminhos pelo meio dos campos, entre muros e com muita água.
Gostei muito de os fazer!

No final destes troços, mais uma paragem para reagrupamento.
Um esticar de pernas necessário, depois dos muitos saltos dados nos últimos quatro ou cinco quilómetros... ;-)

E estava praticamente no final.
O troço da tarde era bastante pequeno, bem à medida do que tinha sobrado da tarde.
É que já estava a ficar noite...

Embora com uma qualidade, no mínimo, duvidosa (mas daquelas que ninguém duvida ;-), coloco aqui uma foto de uma das imensas queimadas que passamos ao longo do dia.
Este foi o dia anterior a ter-se iniciado alguns dos maiores incêndios do ano, nomeadamente no Gerês.
Assim não admira!!
Um pouco mais à frente, na estrada de Boticas, ligamos mesmo para o 117, a informar que estava a arder junto à estrada. Foi a primeira vez que fiz isto, e pareceu-me que os serviços funcionam muito bem. Já sabiam que estava a arder naquele sítio e a resposta demorou apenas meio minuto.

E pronto, chegamos ao Castro de Carvalhelhos, praticamente o final do passeio.
O Gonçalo, como praticamente o pessoal todo, saiu para esticar as pernas mais uma vez.
Bem, no caso dele foi mesmo dar umas grande corridas. Passar um dia inteiro fechado dentro de um carro, no banco de trás e aos saltos, não é propriamente uma ideia de diversão para ele :-)

Daqui ainda seguimos até à estrada nacional, que vem de Salto e passa em Boticas e, como é também costume, terminamos com os restos do lanche da manhã. Uma sande mista e uma água, antes de rumar a casa, sabe muito bem!
Mais uma vez, os meus agradecimentos a todos os presentes, pela companhia, e em particular ao Rui Martins pela organização de mais este evento, em grande!
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