15 abril 2008

Tempo de retornar

A viagem de volta estava aí. Era tempo de regressar a casa.
Em vez de seguir pelo "Caminho mais rápido" (como me dá gosto contrariar a Catarina ;-), mantivemo-nos junto à marginal. Fomos revisitar o espaço da Expo98.
Continua a ser uma zona muito engraçada, com uns prédios que primam pela distinção, mas parece-me que exageraram no aproveitamento.
O espaço está demasiado carregado. Demasiado fechado.

E porque o grey-scale fica sempre bem como tom de despedida, aqui fica a Vasco da Gama.

13 abril 2008

Ronda Nocturna

Depois de bem jantados (num restaurante na praça das Cebolas, mesmo ao lado da casa dos bicos) refizemos todo o "percurso azul" do Sightseeing da Carris Tour, o Tagus Tour.

E não passo a oportunidade de criticar o serviço prestado pela Carris.
Estes percursos turísticos em autocarros panorâmicos, que já fiz em várias cidades europeias (sim, porque eu sou muito viajado ;-), têm tudo para serem um bom serviço. Contudo, duas esperas de mais de 45 min, quando no plano do Tagus Tour seria, no máximo, 20 min, conseguiram deixar-nos mal dispostos.
Mas o pior mesmo veio no final: o exmo. sr. condutor da ronda das 21:00 resolveu partir com 5 min de antecedência. Estávamos nós a chegar à praça do Comércio e ele a arrancar... Aqueles 35 min de espera, até ao seguinte e último autocarro do dia, foram do pior!

Enfim, pelo menos a ronda que se seguiu a este episódio serviu para amenizar "a coisa".
Foi um passeio nocturno por Lisboa, a dois, com motorista particular.
Do melhor!

Jerónimo!

O mosteiro dos Jerórimos é um dos mais interessantes monumentos do nosso país.
A minha visita, ao final da tarde, foi apenas "de raspão", mas deu para admirar a sua beleza exterior e um pouco do interior da igreja.
Gostava de lá voltar um outro dia, com mais tempo, para explorar os seus imensos pormenores construtivos e decorativos.


Afinal, descobri que quem estava nas palhas deitado... era Camões.


Os tectos e os vitrais. Magnificent!


Os últimos 5 minutos de visita a Belém foram aproveitados para ir provar o verdadeiro, o único, o prestigiado, "pastel de Belém".
(ou "nata" for short ;-)
Uma nata e um pingo. O meu usual brunch.
Que bem que soube!

12 abril 2008

CB's em sintonia

Mas nem só pela torre é Belém conhecido.
Outros dois grandes símbolos da cidade se podem encontrar lá. O CCB e a CB.
Dois polémicos emblemas.

O CCB, Centro Cultural de Belém, é nacionalmente conhecido, não pela sua extraordinária beleza arquitectónica ou funcional, mas pelo deslizamento financeiro que sofreu durante a sua construção.
Alguns milhões deles…

A CB, Colecção Berardo, no entanto, é menos polémica do que aquilo que eu acho que devia ser.
Admito, não compreendo, de forma alguma, a arte contemporânea. Não percebo como foi possível fazer a força que se fez, e pagar o que se pagou, para que o nosso estado ficasse com aquele conjunto de peças “artísticas”. Não percebo!

Mas recomendo a visita ao edifício.
Parabéns ao arquitecto!


E não é que os tipos do Photobucket não deixam mostrar a peça mais "interessante" da colecção. O desplante!
Não percebem nada de arte contemporânea. São uns ultrapassados...


Tem de se aprender a contornar esta gente que não gosta de arte.
Aqui fica, directamente da fonte, a tão polémica foto.

09 abril 2008

Nas palhinhas deitado

Admito que quando cheguei a Belém já apetecia deitar nas palhinhas!
O dia estava a ser durinho de tanto calcorrear as ruas e avenidas, mas a visita continuava. Ainda não era hora de descansar.
Voltamos à beira rio, agora à famosa "fortificação do início do século XVI para defesa da barra do rio Tejo", aka "Torre de Belém" ou ainda por "Torre de São Vicente.


Uma verdadeira torre tropical!


Também há oliveiras nos trópicos?