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07 março 2016

Pois é, já foste!

Custou muito, muito, separar-me da Transalp, a máquina que foi a minha primeira moto e que me acompanhou durante mais de 11 anos, (quase) sem gemer.

Desde o primeiro "tomba para o lado", ao fim de apenas 3 km de sair do stand, até ao último grande passeio por terras algarvias e alentejanas, foram muitas as Aventuras Blogais, mas não só, que vivi com ela.

Mas mais tarde ou mais cedo... tinha de acontecer.
Achei que estava na altura.

Foi-se a Transalp...



... chegou a Africa Twin.

Que seja muito bem vinda a casa!



25 fevereiro 2016

Twinando por aí - round three

E à terceira... deu mesmo para Twinar.

Já não foi apenas o "tocar aqui e ali". Já não foi o simples "apertar a mão".
Não!
Foi o montar e... rodar punho, sentindo tudo aquilo que a nova Africa Twin tem para dar.
Bem, quase ;)
É que não é fácil perceber, num primeiro contacto dinâmico, de pouco mais de 30 km, todas as potencialidades desta grande máquina.


Dos três níveis propostos pela Honda, experimentei o mais básico, na moto disponibilizada pela Mototrofa.
As grandes "faltas" deste nível relativamente aos outros são: o ABS e o controlo de tracção, para o segundo patamar, e a transmissão de dupla embraiagem, DCT, para o o mais evoluído e também mais caro.

Comparativamente à Transalp, que é o meu natural ponto de comparação, esta é... em quase tudo melhor.
Naturalmente, diria eu. Mas é mesmo!

  • Tem um motor com mais disponibilidade. Tem potência "cá em baixo", principalmente nas médias, e sobe muito linearmente. 
  • Sendo a versão de caixa manual, andei a "mete-las", para cima e para a baixo, a experimentar. A caixa é macia q.b., sendo que o número que mais gostei foi o 3. Aquela terceira é... deliciosa!
  • Os travões são bons, mas não sei se chegam a ser melhores do que os da Transalp, com os cabos de malha de aço, até porque o peso do conjunto é menor.
  • A suspensão, essa sim, é muito melhor do que a da Transalp (mesmo com as molas da Touratech, que meti logo no início depois de uns sustinhos, que a tornam muito melhor). Não a ajustei, mas é possível faze-lo atrás e à frente. Muito macia a passar por cima de lombas e "pedrinhas", mas simultaneamente boa a descrever curvas. "Se é para ali, é para ali que vamos!"
  • Em terra, que fiz cerca de 1 km, sente-se muito natural. Mais uma vez a suspensão a funcionar em pleno, passando por cima dos pequenos paus e pedras como se nada fosse.
  • E depois há ainda aqueles pormenores que podem chegar a ser pormaiores. A estética é muito apelativa (em preto, para não destoar ;) E o som. Ah, o som daquele motor/escape! Eu até sei que é "feito", propositadamente, mas que bem feito que foi!


Em conversa, enquanto esperava pelo cliente anterior, que a tinha levado para um "passeio", surgiu a possibilidade de também testar outra das minhas eleitas, a BMW F800GS.
Sempre gostei desta moto e até já tinha experimentado uma há uns (longos) anos, em Avis, durante o Touratech Travel Event 2009.
Foi bom tê-la experimentado agora... pois podia ter ficado com dúvidas se seria, eventualmente, uma melhor opção.
Gostei... mas não!
A Africa Twin é (muito) mais moto, quase como a Transalp era relativamente à F650GS.


Depois do test drive fiquei com uma dúvida quanto à nova CRF1000L: valerá a pena a DCT?
A resposta não será fácil de obter, pelo menos nos próximos... meses.
É que o actual tempo de entrega chega aos 4/5 meses, dependendo do modelo que se opte e não existem entregas previstas de nenhuma moto com DCT para "a casa", para test drives...
Posso sempre chegar a uma conclusão através da opinião de outros... mas não é a mesma coisa.
Já percebi que há muito boa gente que não acredita nas virtudes das novas caixas de dupla embraiagem e estão à partida de pé atrás.
Aconteceu o mesmo com a caixa DSG da VW. Tinha muitas dúvidas no início, mas fiquei fã absoluto.

E agora?...
Há mais de dois anos que esperava por esta máquina e não queria ter, não gosto de ter, dúvidas destas: espero?!...
Mas há outras... troco?!... ou fico com a Transalp (a minha, para sempre, primeira menina de duas rodas)?!...


15 fevereiro 2016

Trilhos Dakarianos, The movie - SS2

E aqui está ela, a segunda parte do meu O Nosso Dakar 2016.

Esta consegue estar ainda mais "móvida" que a primeira parte, mas é o que temos! ;)


Desta vez a escolha da música foi diferente.
Nossa música. Algarvia, principalmente, para não destoar muito ;-)


13 fevereiro 2016

Trilhos Dakarianos, The movie - SS1

Dakar, agora em movimento.
Os trilhos feitos há já 5 semanas, no Algarve, durante O Nosso Dakar 2016.



Está mais "em movimento" do que o pretendido...
A Fujifilm Finepix XP150, não resulta nada bem nestas situações, com muitas oscilações devido à máquina estar presa ao guiador da Transalp.

Ainda assim, fica o registo possível do primeiro dia, ou seja a Super Special 1 (SS1) de Sagres a São Bartolomeu de Messines.


A escolha da música não podia ser mais óbvia. Tinha que ser do Senegal.
Fui buscar aquele que é, provavelmente, o seu representante mais "bem cotado" internacionalmente: Youssou N'Dour.

01 fevereiro 2016

Trilhos Dakarianos

E ainda que o meu álbum não tenha vindo cá parar, aqui fica o registo oficial da minha participação "n'O Nosso Dakar 2016", através do "olhar" dos fotógrafos da própria organização.

Nos primeiros trilhos, atravessando o Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, que valem muito a pena uma visita com tempo (sim, o Algarve não é só praia...)



Fotos em conjunto, com alguns elementos da "minha equipa", amigos do Moto Clube do Porto, à partida e à chegada da SS1, no dia 9 de Janeiro.



Mais umas passagens "àbrir", aqui já pelos trilhos das serras Algarvias.
Na primeira, com a albufeira da barragem do Funcho em fundo.
Na segunda, a norte de São Bartolomeu de Messines, junto a Odelouca.



No final da primeira etapa, o descanso das equipas, num simples "bivouac"... tendazita de quatro estrelas em Vilamoura...
A alegre confraternização da MCP Enduro Special Force... Trails, é claro ;)



Águas Frias de Baixo.
Não, não sei se as águas eram mesmo frias... não lhe pus o pé.
Este registo é que foi feito ao circular pela ribeira junto a Águas Frias de Baixo.
E que grande registo! (feito pela Fina, é claro ;)


29 janeiro 2016

Twinando por aí

Depois do primeiro encontro, por terras do sul, agora um segundo a norte, e com direito a brinde.


A lembrança do primeiro, já lá vão 3 semanas...


Como será o terceiro encontro?...

16 janeiro 2016

Consumos: Pajero Pinin e Transalp

Está na altura certa para uma actualização de dados, completados que estão, esta semana, os 15 aninhos do Pajero Pinin e os 13 e meio da Transalp.
Já começam a ser umas idades muito respeitáveis para veículos que, alternadamente, me transportam diariamente, intercalando ainda com umas "belas de umas surras"...

As fotos deste post reflectem precisamente as últimas dessas duras actividades.
Dois passeios fora-de-estrada, ambos com a duração dos dois (... e meio) dias do fim-de-semana.

De carro na zona da Ericeira, organizada pelo Fórum TT, mais precisamente pelo Jorge Mão de Ferro.






De moto, numa região mais extensa, por terras do Alentejo e Algarve, "O Nosso Dakar", organizado pelo Filipe Elias, da Espaços Sonoros, da BMW Motorrad, da Touratech... ;)






Mas vamos então ao que interessa: os consumos das grandes máquinas.

Englobo nestes resultados todos os quilómetros efectuados, em todas as condições, por todo o tipo de estradas, com rodas de estrada ou de monte. 
O primeiro gráfico mostra a variação das médias, em litros por 100 km, ao longo dos anos.
É nítida a diferença!

A Transalp gastou, desde que a comprei, há precisamente 11 anos, 3729 litros de combustível, totalizando a módica quantia de 4850 € para percorrer 64454 km, equivalendo a um consumo médio total de 5,79 L/100 km.

O Pajero Pinin... andou mais. Já fiz com ele 116916 km, tendo "investido" 14600 € (é ao fazer as contas que se percebe o elevado investimento que são estas máquinas...).
Já queimou, através da sua injecção directa, 11582 litros de gasolina, o que resultou numa média global de 9,91 L/100 km.


É curioso analisar os registos do gráfico seguinte, relativo ao custo de combustível aos 100 km efectuados.
É notório um incremento gradual dos valores, desde 2001 até 2011, principalmente no caso do Pajero Pinin (com uma excepção em 2009, que resulta dum período de "pé mais leve", também notório no primeiro gráfico, do consumo, que eu não sei explicar a razão...).
Desde 2011 que o gasto em combustível tem vindo a diminuir, sendo que a grande diferença foi em 2015, baixando dos 15 para os 11,4 €, no caso do Pajero Pinin e dos 9,21 para 7,89 € no caso da Transalp, o que nos deixa em valores de 2005...

Espero que continue a baixar, o que nem seria de estranhar, dado o actual preço do barril de petróleo, abaixo dos 30 € (já esteve bem acima dos 100...)


O último gráfico também acaba por ser curioso.
Até 2005 não há discussão. Só havia na garagem o Pajero Pinin, que chegou a meio de 2002, rolando com ele 12/13 mil quilómetros por ano.
De 2005 a 2007, anos que estive em formação, pesada fisicamente, rolei consideravelmente mais com o Pajero Pinin, ainda que nunca de forma consciente (nem aí, nem nunca!...).
De 2007 a 2012 rolei aproximadamente o mesmo com os dois, tendo inclusivamente rodado mais com a Transalp em 2012.
Nos últimos 3 anos... tem sido um "descalabro". Qual a razão para rodar muito menos com a Transalp?
Explicações consigo pensar algumas, mas acho que será devido a uma mistura delas.
Não sei é se a maior razão não será a idade... É que se até gosto muito de andar de moto, já comecei a sentir que o carro é bem mais confortável... A ver vamos :-)


Daqui a 5 anos voltamos a repetir a análise?
Ainda serão as mesmas viaturas?...
Não perca as cenas dos próximos episódios! ;-)

26 outubro 2015

Manhã solarenga por terras Condenses

A coisa não está fácil...
Para quando voltar a publicar aqui mais assiduamente?
Não sei... e este ano até estava a correr tão bem.

Bem, antes que passe mais um mês sem publicar, aqui fica uma pequena amostra fotográfica do trabalho dominical de ontem.



Com o Moto Clube do Porto e a Runporto, em apoio à organização da corrida
  Marginal de Vila do Conde.




O serviço desta vez foi fotográfico, em dose dupla.
Transportei a amiga Delfina Brochado, fotógrafa da prova, mas o serviço ainda deu tempo para umas pics muito interessantes (digo eu, a puxar a brasa ao meu robalo ;)



Ai as minhas cruzes!... e as contraluzes...



Hora de ir "pr'os copos" com os colegas e amigos da atlética equipa MCP.


30 junho 2015

À década sai a medalha.

Uma década de motos já merece ómenage!
Não é costume colocar por aqui fotos minhas, mas desta tem mesmo que ser.

Aproveitando o seu aniversário, o Moto Clube do Porto costuma comemorar, partilhando com os sócios que têm vindo a acumular selos do cartão de sócio às dezenas.
Desta vez calhou-me a mim, comemorando a minha primeira década de muitas actividades, em família. Uma família de "maluquinhos" destas máquinas de duas rodas.
Bons maluquinhos, portanto.
O MCP não é o típico motoclube, e com ele eu me identifico.
Não é um grupo de "feios, porcos e maus"... mas talvez "pouco bonitos, um pouco cheiinhos e maus feitios" ;-)

E por falar em mau feitio, o líder deles todos.
O Sérgio Correia, que há quase duas décadas (sim, duas e não uma), em 1997, me desviava para a minha primeira actividade ligada ao clube, a organização da prova nacional do Europeu de Trial.
Sendo o meu padrinho destas lides, foi das mãos dele que recebi, com muito agrado, a medalha dos dez anos.


À saída, como também é normal, a Morcegada.
Prova tipo moto rali, mas em formato nocturno e com muita animação.
Era meia noite e estava na hora da saída dos "duros".
Bem, dos duros e também da minha saída. Por mais uma vez eu não participei, mas estou quase como o Sporting: "pró ano é que vai ser!" ;-)


Obrigado à Delfina pelas fotografias.
De profissional, como sempre!

14 junho 2015

Medio e Grande, com o Gerês em fundo

Fim de semana de chuva e de trabalho durinho, mas saboroso.
Participação na organização do Gerês Granfondo 2015, com a "minha atlética equipa" do Moto Clube do Porto, desta vez virada para os homens de lycra, no ciclismo.



Com o organizador mor, Manuel Zeferino, sempre presente e sempre em grande.



No sábado, um aperitivo extra, a Subida (do Diabo) da Boavista.
Que esforço!!!!
Chegava a ter pontos com 26 % de inclinação!!!


Depois de uma noite semi-mal dormida, com episódio nocturno absolutamente isotérico (...), o dia acordava com uns laivos de azul.
Será que não vai chover?...
Nã...


As motos bem alinhadas, preparadas para mais uma etapa.


E os corredores, profissionais e amadores, amontoavam-se.
Faltavam uns minutos para a partida...


Circular no meio do pelotão não é pêra doce.
Não é mesmo!...
E por uma vez havia que parar, lá na frente, para os ver passar.


O posto de abastecimento, perto dos 70 km do Mediofondo, à hora que passaram os primeiros não teve clientes.
Deu para comer meia banana ;)


"Bem vindo ao Inferno", dizia a faixa colocada no início da escalada à Pedra Bela.
Aqui sim, dureza!!




Enquanto os acompanhava à velocidade que subiam, dava para fazer uns registos fotográficos e de movimento.
Sempre no meio do verde do Parque Nacional.



Ao contrário do ano passado, e de quase todos os meus colegas de equipa, este ano levei a Transalp e não uma BMW da Antero.
Sim, portou-se muito bem, como sempre.
Já nem se pergunta ;)



No final, antes da saída a caminho de casa, o pódio dos GrandeS fundistas.
E que gás com que os primeiros chegaram ao fim!


Terminando em movimento, o filmezinho que fiz durante a subida.