Mostrar mensagens com a etiqueta Pinin. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pinin. Mostrar todas as mensagens

10 abril 2010

Pinin em resposta

Aproveitando uma resposta a uma mensagem que foi colocada aqui no Aventuras Blogais (na forma de comentário), deixo um post "de texto" com mais uma apreciação sobre o Pajero Pinin.
Uma apreciação muito objectiva, é claro!!
;-)

CA:
Olá!
De facto o teu site é o maios completo sobre o pinin.

Caro Celso,
Quando comprei o Pinin não havia quase nada na net sobre ele.
Neste momento já há muita coisa, desde filmes a descrições de utilização.
Agradeço o comentário sobre o meu blog.
 ;-)

CA:
Fiz um percurso jipesco samurai 1000 - jimny 1300 - jimny canvas top 1300. Gosto muito dele por ser pequeno, altinho e cabrio. Mas tentaram-me para troca-lo por um Pinin. O Jimny tem redutoras, trancando apenas o diferencial central. Em dificuldades patina uma roda por eixo. Ao que percebi isso nao acontece no Pinin.

O Jimny é realmente um carro muito diferente do Pinin.
Cheguei a andar com dois 1300, alugados, em Cabo Verde, está quase a fazer 10 anos...
Gostei muito do pequeno Suzuki, mas quando testei o Mitsubishi Pajero Pinin, dois anos depois, percebi que é "muito mais carro".
A diferença de motor fá-lo "disparar" em relação ao Jimny.


Em termos de TT, o Pinin tem o mesmo sistema de transmissão dos irmãos mais velhos, Pajero, o que significa que não há melhor!
Tem 4 posições: só tracção atrás (o que torna o carro muito mais divertido para uns drifts ;-); com tracção às 4 rodas, em altas e diferencial central "solto"; 4 rodas-altas, com bloqueio central; 4 rodas-baixas, com bloqueio central.

CA:
Tu consegues eficazmente em redutoras ter as 4 rodas a puxar efectivamente?

Com o bloqueio central consegue-se distribuir, de forma fixa, 50% da potência para a frente e 50% para trás.
Não tem bloqueio atrás (como o Pajero 2800 - e a partir daí - tem) mas já se safa muito bem na maioria das situações.

Para TT tem um problema principal, que é o facto de ser baixo, e daí não há grande volta a dar...
Se leste as minhas análises, o meu está subido em 3 cm na suspensão (molas e amortecedores) e com os pneus consigo mais 3 cm, o que resulta numa grande, enorme, diferença, mas continua a não ser minimamente comparável, por exemplo, a um Vitara preparado "em altura", como já vi alguns, com 20 e tal cm de incremento...
Na volta, consigo ter um carro equilibrado, que funciona muito bem no dia-a-dia, que é 90% da utilização que lhe dou.

CA:
O chassis é monobloco, ou chassis + carroceria?


É monobloco, como a grande maioria dos novos carros TT, como por exemplo o Pajero e o Discovery, que têm grandes prestações em fora-de-estrada.

CA:
Em termos de consumos, a diferença eh um bocadito, pois o meu faz cerca de 8 litros.

Sim, é verdade!
E quando começares a andar com ele vais ver que não consegues fazer os consumos que eu faço e que registei no blog.
Como o carro anda muito mais do que o Jimny, ... apetece andar mais ainda! Só que isso ressente-se, naturalmente, nos consumos, que conseguem facilmente chegar aos 11/12 L/100 km.

CA:
Sei que és apaixonado pelo teu carrinho, mas gostava de ter uma opinião, para além do que li. Tipo despesas de manutenção e aventuras com os injectores.

Com despesas... para já não me posso queixar muito.
A manutenção é a normal de um carro... normal.
A última revisão que fiz, dos 90 mil km, levou velas (que são especiais e bem carotas!), óleos e filtros, e na próxima vai mudar correia de distribuição.
Tenho ainda o cuidado de pedir sempre na revisão para fazerem uma limpeza, com spray apropriado, da cabeça e injectores.
O mecânico que me fez o serviço (o Guilherme, da X-Ray, aqui em Alfena) disse-me, desta vez, que nem seria necessário, pois estava tudo muito limpo, sem qualquer crosta de carvão (e esse é um problema dos motores de injecção directa)
Nada de especial, portanto, até porque nunca estraguei nada em TT. Mas claro que pode acontecer!...

CA:
Já agora ... parabéns pelo site.

Já agora, obrigado!
;-))

02 abril 2010

TransPisões I

Sábado, 13 de Março.
Com um sol extremamente agradável, mas com um frio de rachar!, chegamos a Montalegre.
Às 9:15 já estávamos a parar numa confeitaria local para o segundo pequeno-almoço.
A manhã previa-se looonga, para este que seria o primeiro passeio fora-de-estrada do Clube Aúdio-TT de 2010. A hora prevista da partida era às 9:30 e a de chegada, para almoço, às 16:00  :-O


Depois do já habitual breefing, eu e a restante famelga lá partimos, a bordo da "pequena grande máquina", Pajero Pinin.
Eramos parte integrante de uma longa caravana, formada por 19 carros equipados para os maus caminhos.
E de maus caminhos se tratavam!...



Mal entramos no primeiro troço de terra e a caravana teve que parar devido a um atascanso.
Foi apenas o primeiro de muitos do dia, e também o primeiro de muitos a que eu não assisti e portanto não registei fotograficamente.
Pena!... ;-)


Uma das dificuldades do piso era a lama.
Uma lama pesada, que em alguns sítios era clara, mas na sua maioria era escura, preta mesmo.
O "peso" fez-me lembrar da lama que havia no Alvão, quando por lá passei há um mês, de Transalp.
É o que o gelo e a neve derretida provocam...
Aqui fica uma imagem fraquinha, mas que mostra um pouco de gelo, que deve ter-se mantido por derreter naquele dia.


E a laminha mantinha-se...
Sem dó nem piedade, e quase no alto da serra entre Montalegre e a albufeira de Pisões, um grande lamaçal voltou a fazer estragos.
Mais uma vez não consegui ver o atascanso, mas foram vários os carros que tiveram dificuldades em atravessá-lo. É que muitas vezes, depois de passarem os primeiros carros, a terra vai amolecendo e tornando cada vez mais difícil a transposição.


Mas nós passamos, e como íamos no grupo à frente, naquela altura, fomos também dos primeiros a parar para o reforço da manhã.
As já tradicionais sandes mistas, acompanhadas por sumos, souberam às mil maravilhas, mas mais ainda caiu o café e o Favaios.
Naquele fresquinho matinal é uma receita que sabe tão bem!!
;-))


As paisagens Montalegrenses continuvam a deslumbrar!
Nesta altura do ano, de (quase) início de Primavera, o verde está intenso e a atmosfera, com o frio e as chuvas dos dias anteriores, não tem qualquer poeira a impedir a passagem da luz do sol, o que permite imagens cheias de brilho e de cor.
Ah, e então se a isto juntarmos um carro bonito!...
;-))


 Mas nem só de água e lama se faziam as dificuldades.
As valas profundas, ou regueiras, também causaram problemas.
Sensivelmente a meio do percurso pelo menos três carros, que eu tivesse visto, cairam a estas valas de mais de meio metro de profundidade. Tiveram mesmo que ser "salvos", à mão ou com a ajuda de guincho.
O António, com o seu Pajero, foi o primeiro a ficar preso...

 

E enquanto uns iam sendo "salvos", outros iam admirando a paisagem!
;-)


Mas depois de uma paragem para colocar a conversa em dia, lá avançavamos, até porque a hora (normal) de almoço já tinha passado e o estômago já começava a roncar novamente...
Aqui a "verdadeira antítese" do Pajero Pinin: dois Patrol completamente elevados e artilhados.
Maquinões!


Mais uma grande dificuldade do dia: as àrvores e ramos caídos nos trilhos.
Na primeira fotografia o Rui Martins, de serra em punho, a libertar a passagem, que foi uma coisa que já tinha feito antes, até em maior número, no reconhecimento.
Na imagem seguinte, a nova aquisição do Pedro Luís, um Terrano II, que até aí estava impecável, a passar nuns trrchrrriiiiiii......
Acho que nunca tinha feito um passeio que tivesse riscado tanto a pintura como este...
Eu disse riscado? Queria antes dizer:
Criado marcas de personalidade na pintura do Pajero Pinin!
;-))


E por hoje fico-me mesmo por aqui, perdido no meio do mato e das ramagens.
É que se trouxe muitos riscos na pintura, também trouxe muitas fotografias, o que torna a selecção extremamente complicada!...
;-)
A continuação em breve.

01 fevereiro 2010

Montes bracarenses

E com o canudo de ontem, cá estamos nós.
12 de Dezembro, em plena época natalícia.
Já estamos a caminho dos 2 meses de atraso, mas mais vale tarde do que nunca, certo?
;-))

Uns minutitos depois da hora marcada (lá está, já começou atrasado ;-) e reunido o grupo dos presentes audiófilos TT, lá partimos para os maus caminhos.


Os trilhos a percorrer tinham sido marcados pelo Barroso e enviados previamente, por email e em vários formatos, pelo Rui Martins.
Desta vez, e como o percurso era curto, tentei perceber das dificuldades do mesmo através das imagens do google earth.
Mas não vale a pena... Não é possível. Consegue-se ver umas partes mais a "corta-mato", umas partes a subir, ou a descer , outras encobertas pela vegetação, mas pouco mais...


A primeira dificuldade com que nos deparamos foi a passagem de uma pedra (ou várias...) mais proeminente, bem no meio do caminho, a subir.
Este era um daqueles pontos onde era muito importante definir previamente por onde se passava com as rodas.
Depois de ter visto o Carlos, com o Terrano, a passar pela esquerda, e a não conseguir, o resto da malta foi toda pela direita, bem encostada ao morro.
Ainda assim, não deixou de haver alguns problemas nesta passagem. A maior surpresa, para mim, foi ver as lâminas da suspensão do UMM do Nuno a raspar.


A dificuldade seguinte... não era bem uma dificuldade.
Como se pode ver pelas imagens, havia um rego bastante fundo, a meio do caminho, mas sem qualquer problema todos passaram.
Mas como era um sítio bonito, e o pessoal está lá todo para o cumbíbio, deve ter sido uma das passagens mais fotografadas.
:-))


Uns metros à frente, nova paragem.
Nova dificuldade? Sim.
Estavam a começar as dificuldades de maior respeito do dia: as passagens estreitas, entre pedras.
E o respeito estava mesmo no tamanho das pedras. Berdadeiros Calhaus!
:-))
Deixo um exemplo das mesmas para o final, provavelmente da pior passagem estreita que fizemos nesse dia.



Pelo meio, houve tempo ainda para a primeira zona espectáculo!
Uma subida impossível, ou pelo menos impossível a 99 %... ;-)
O trilho estava completamente escavacado por um rego de água, nos piores pontos com uma profundidade de x cm e y cm de largura.
Não medi nem x nem y, mas talvez dê para apreciar as suas dimensões pelas pics seguintes...


O único a tentar subir por ali foi o Barroso.
No track já constava o desvio à esquerda, mas já agora..., deixa ver se passa.
Passou até meio, com uma roda de cada lado do rego.
O problema foi quando alargou demais e... o carro deslizou para dentro.
Não subia mais. Só para baixo.
Para baixo até estava a andar bem, até que o Pedro Luís resolveu "ajudar", ao espectáculo. Com umas indicações precisas, "deixou" o Defender completamente atascado!! :-))
Só de guincho, e para a frente, saiu de lá. Mas saiu.
Grande máquina o Defender, sem dúvida!


A alternativa era mais fácil do que a dificuldade... mas neste caso... mantinha o espírito de dificuldade!
;-))


Estava mesmo a anoitecer e a paragem foi mais uma vez para o espectáculo.
Deixa ver se passo ali!...
Primeiro, tentou o Barroso (de quem não tenho fotos porque a máquina ficou no carro, "lá longe", a marcar o desvio à esquerda...)
Mas era realmente complicado passar em frente. As pedras eram demasiado altas, e a terra demasiado mole.
Acabou por desistir, mas só depois de muito tentar.
Quem passou foi um outro Defender (que não me lembro o nome do condutor...), equipado com bloqueio atrás. Até parecia fácil!


É raro acontecer, mas desta vez senti-me "picado".
Será que o Pajero Pinin não passa?
Fiquei a achar que seria. "Atravesso o carro na subida e saio para a direita"...
Mas não era simples. Pelo contrário, era perigoso.
Se o carro virasse demasiado para a direita podia tombar e... só parar lá em baixo, aos trambolhões...
Acabei por desistir e dar lugar ao UMM do Nuno que, acabou por conseguir.
Subiu, mas à custa de guincho e de mais uma vez ter tido um encontro imediato com uma das pedras, na parte inferior. Não me parece que tenha estragado nada, mas a posição em que ficou, visto agora nas fotos, não é propriamente muito boa :-(


Estava quase no final. Era um mini-passeio em termos de quilómetros, mas não em tempo...
A última dificuldade foi a passagem estreita entre o muro, à esquerda, e uma pedra, enorme, que se tinha desprendido "lá de cima", do morro à direita.
O Pajero Pinin passou relativamente à vontade, embora com cuidados, mas os carros maiores, como é o caso aqui do Frontera longo do PAS, passaram a uns meros 2/3 cm da pedra.
Escuro como breu... não foi propriamente fácil!...


Depois daquela passagem ainda houve tempo para um furo (que já não me lembro de quem, porque não vi... Já estava parado a cerca de 1 km à frente) e, já em Braga centro, a chegar ao café marcado como ponto final, tempo para um salvamento.
Mesmo à minha frente, a descrever uma rotunda, um carro conduzido por um senhor já de idade despistou-se, depois de um segundo carro ter entrado na rotunda à sua frente sem abrandar...
O susto foi grande, mas as consequências podiam ter sido piores. O carro ficou a muito pouco de ter virado a um campo, uns metros abaixo.
Depois de se terem recomposto, condutor e respectiva mulher, ajudei-os a sair daquela posição, com a cinta e o Pajero Pinin, rebocando o carro para a estrada...
Ajudei-os ainda a trocar uma roda, que tinha rebentado a bater no passeio, e fiquei a sentir-me um berdadeiro bom samaritano (não tem nada a ver, mas o Sameiro também estava ali perto ;-))


Depois de aceitar o simpático convite do Rui Martins para uma passagem por sua casa, dirigimo-nos para o restaurante marcado para o jantar de Natal.
Como no ano passado, deixo as fotos do mesmo apenas para a "família audiófila", ficando-me aqui pela representação do calor da noite (lá fora estava perto de zero graus...) pela imagem da agradável lareira.

E venham mais aventuras este 2010.

30 janeiro 2010

Braga sem canudo

Não foi pelo tradicional canudo porque nem sequer foi preciso.
Braga esteve sempre ali, perto.

No último passeio fora-de-estrada que fiz em 2009, com o Clube Audio-TT, não "fugimos" muito.
Foi o aperitivo perfeito para o jantar de Natal, que ocorreu também nesse dia.

E de aperitivo se trata também este post.
É que se as fotos já estão para sair há um mês e meio... ainda não foi hoje.
Falta "um bocadinho assim"!

16 janeiro 2010

Estalactites dente-de-sabre

E é isto!

Já me tinha parecido no próprio dia, mas agora confirmei.
A recordação maior que o Gonçalo trouxe da nossa pequena snow trip não foi nem o excelente bacalhau que comemos em Padronelo, nem a luta de bolas de neve que tivemos no cume da Aboboreira.
Foi a paragem que fizemos para ele brincar um pouco com os pingentes gelados.

Aqui está essa lembrança, na forma de registo artístico ;-)



Apreciei, sobre-maneira, a visão que ele tem do Pajero Pinin, de um carro longo e rápido (mostrado no desenho pelo fumo a sair disparado dos 2 escapes que tem!!)
Gostei!
:-))

11 janeiro 2010

Bbbbrrrrr.......

"Se está a nevar em Alfena, no Marão deve estar tudo branquinho!"
Pensei eu, de forma totalmente inocente, neste domingo de manhã.
"E se lá fossemos espreitar? Aproveitávamos e almoçavamos por lá, na Campeã."
Totalmente inocente, claro!
;-))

Já imaginava, com os nossos serviços de protecção civil super-hiper eficientes, que as estradas para chegar lá cima estivessem fechadas.
Imaginei bem!
Logo no nó de Padronelo aparece um carro da GNR a cortar o acesso.
"A nacional 15 também está cortada?", perguntei eu ao senhor agente, mais uma vez de forma inocente.

É claro que estava. Mas não há problema!
Desço novamente a Amarante e desvio para Fridão, onde começamos, por diversas vezes, os passeios de Trail organizados pelo Tosta.

Aqui, já no início da subida, perto de Olo, onde entramos em terra gelada, ligeiramente coberta por uma fina camada de neve.
Paisagens bonitas, estas!


Um pouco acima, uma pequena corrente de água que se tinha tornado numa nascente de estalactites congeladas.
O Gonçalo é que adorou brincar com a sua espada de He-man. ;-)
Só não apreciou muito o punho gelado, que não dava para a segurar durante muito tempo!...


Mas se até ali foi fácil de chegar, perto do cume as coisas tornaram-se mais sérias.
O muito vento levantava a neve, provocando fortes turbilhões gelados à nossa volta.
As fotos, mais uma vez, traduzem mal as dificuldades sentidas, mas a coisa esteve mesmo negra.
Ou melhor, branca!
:-)))


Mas a pior parte foi mesmo sair de lá.
Depois de perceber que seria mesmo impossível, por ali, chegar à Campeã (até porque precisaria de voltar a atravessar a cortada IP4) resolvemos voltar a Amarante para almoçar.
Descendo agora a montanha pela estrada, passando por Covelo do Monte, verifiquei que o asfalto estava coberto de gelo, com cerca de 1 cm, e depois com mais 2 cm de neve por cima. Qualquer toque no travão, por mais ligeiro que fosse, fazia atravessar o Pajero Pinin.
Estava incrivelmente escorregadio!!!


Dois quilómetros abaixo da completamente gelada aldeia, e logo depois de passar uma ponte sobre um pequeno rio, encontramos um Honda Civic.
Tinha tentado chegado à aldeia mas, depois de chegar àquele ponto, não mais conseguiu avançar. Nem para trás, nem para a frente!
(ele há artistas!... e a Mónica achava que eu é que era o maluco ;-))

Pela segunda vez, em apenas um mês, voltei a usar a cinta de reboque para salvar alguém.
Reboquei-o dali para fora, com uma facilidade, que até a mim me surpreendeu!
Sem rede de telemóvel, a nevar, com vento forte e temperaturas negativas, a cerca de 2 km da casa mais próxima, o homem ia ter muitas dificuldades em sair dali...


Depois de almoçar, num restaurante de beira de estrada, em Padronelo, resolvi voltar pelo Marco de Canaveses.
Acontece que voltei a ver branco. Muito branco.
A serra da Aboboreira estava coberta de neve e, por volta das 4 da tarde não nevava.
Há que mudar o percurso e atravessar a serra para depois seguir junto ao Douro.
Nevava pouco mas a estrada estava a ficar gelada. Os carros de duas rodas motrizes estavam a ter muitas, mas muitas mesmo, dificuldades para progredir naquelas condições.


As condições estavam tão complicadas para nós ;-) que... resolvemos parar e encontrar um bom sítio para uma boa brincadeira de bolas de neve.
Pura diversão!!! :-))))
A pequenada ainda conseguiu aguentar a neve gelada durante meia hora.
Nestas ocasiões parece que o frio não existe (ou existe pouco ;-)


No final, já de volta novamente pelo Marco (fez-se tarde, e por ali era mais rápido...) ainda houve tempo para umas brincadeiras com o Pajero Pinin.
As atravessadelas sobre a neve são muito divertidas, mas como estava com o resto do pessoal dentro do carro não dava para abusar (muito!)
Ainda assim, ainda deu para um beijinho com o para-choques num rail...
Definitivamente tenho que treinar mais um pouco!
Quando é que volta a nevar?
;-))
(mas para a próxima tenho que experimentar de Transalp...)