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02 janeiro 2010

Mitsubishi Pajero TR4 renovado

Nada como começar o ano com notícias de há três meses.
;-)

No Brasil, o Pajero Pinin também existe mas nunca se chamou assim. Quando por lá começaram a sua comercialização chamaram-no de Pajero iO, curiosamente a mesma designação dada em Espanha.
Em pouco tempo começaram a montá-lo por lá e a designação passou a ser de Pajero TR4.
Esta deve ter um qualquer significado, que ainda não descortinei, mas hei-de lá chegar! :-)


No final deste ano resolveram renová-lo. À séria!
Tem um novo visual exterior, onde todos os paineis foram redesenhados. A frente e a traseira estão muito diferentes, com um design muito próximo daquilo que a Land Rover tem feito!... A frente faz lembrar um pouco o anterior Freelander.
Gostos são sempre relativos mas, para mim, deixaram o carro com pior estética do que o desenhado por Pininfarina.

Uma melhoria que também seria claramente bem vinda por cá é a alteração efectuada no motor.
Com mais potência (140 Cv) e menores consumos, deste motor ninguém se queixaria, garantidamente!

Aqui fica o link para a notícia do Globo online, de onde apanhei isto, e de onde a fotografia que apresento também pertence.

Parece que vou ter que começar a seguir com mais atenção o que se está a fazer do outro lado do Altlântico.
Há por lá muito boas ideias, e a utilização cada vez maior do TR4 por "maus caminhos" faz com que haja no Brasil muitos acessórios que não existem em Portugal.
Pena que na Europa não tenham sabido aproveitar o potêncial deste carrinho da mesma forma que no Brasil!...

30 novembro 2009

Consumos do Pajero Pinin 1.8

Ao fim de quase 7 anos, apresento um gráfico com todos os dados referentes aos consumos de combustível que fiz com o Pinin, desde Junho de 2002 até hoje.

Este é um assunto que ando há já algum tempo para publicar.
Depois de olhar para o registo de acessos a este Aventuras Blogais, derivados de pesquisa por palavras chave, percebi que este é um dos temas mais pesquisados, logo atrás dos "Amigos, de Fernando Pessoa" (que já eram muitos, e na altura dele não havia facebooks!... ;-)


Interpretando e analisando o que está no gráfico:

O traço mais uniforme e mais central, a vermelho, corresponde à média global, desde a primeira vez que o carro foi atestado, até hoje.
O seu valor final é de 9,81 L/100km.
Durante os dois primeiros anos rondou os 9,6 L/100km, mas em 2006 e 2007 chegou muito perto dos 10,0.

Registei, no mesmo gráfico, os valores das médias calculadas ano a ano.
Se no início, nos dois primeiros anos, se percebe uma constância grande, a partir de um certo ponto é notória uma grande variação.
A razão para isto está em ter deixado (por razões várias) de atestar sempre o depósito. Por vezes metia apenas 10 € (por exemplo), o que "estraga" totalmente o calculo da média. Daí, nem sequer representar os consumos individuais, por depósito...

Para cada ano tracei também a linha de tendência, calculada pela média de 5 ou 6 consumos.
Destes, é interessante constatar os grandes consumos verificados nos anos de 2005 a 2007. É impressionante a correspondência com o período de enorme stress que estes anos foram para mim!...
Por outro lado, 2005 também foi o ano em que comprei a Transalp. Posso ter sido tentado, inconscientemente, a manter o mesmo ritmo de andamento no Pinin. É possível!...

Neste último ano, de 2009, os consumos voltaram a baixar muito, para os mais baixos de sempre.
Cheguei a conseguir fazer valores de 8,5 L/100km de média por depósito, que é um valor muito bom para o Pinin. A um mês de finalizar o ano, 2009 está com uma média de 9,2 L/100km.
Valores inferiores a isto são possíveis, mas não correspondem à minha utilização normal.
Como exemplo disto, o menor consumo que fiz num depósito foi de 7,6 L/100km, feito em estrada livre, a rolar muito certinho, sem trânsito, a rondar os 70 km/h. Durante os primeiros 100 km consegui mesmo manter os 6,5 L/100km...
Mas tenho também o perfeito exemplo do oposto: com o carro ainda frio, e ao terminar uma subida de 2 km, em pedra, feita em 1ª velocidade, o computador de bordo indicava o módico valor de 27,2 L/100km!!!...


Mostro ainda um segundo gráfico que considero ter um certo valor histórico.
Nele são registados o valor médio do custo da gasolina, por ano, e, também por ano, a distância percorrida.


Há umas semanas li, num artigo de jornal, que estamos actualmente em deflação e que a gasolina estava dentro dos produtos que mais tinha desvalorizado neste ano de 2009.
É verdade. O valor que estamos a pagar actualmente é inferior ao valor médio de 2006!!

Na distância anual percorrida verifica-se uma normal diminuição a partir de 2005.
Estabilizou nos 8000 km, o que ainda é um valor relativamente elevado, considerando que em cerca de metade dos dias de semana circulo de Transalp.

Para finalizar, dois valores globais: gastei, com o Pinin, em quase 6 anos e meio, 6971 litros de gasolina, o que corresponde a 7923 €.

23 novembro 2009

Subida lubrificada

Sábado 21.
Dia de chuva. De muita chuva!
Sim, de chuva, mas também de TT. De Audio-TT.

Este, para mim, acabou por ser só meio passeio, devido a não ter arriscado sair de manhã, pela fresca...
Problemas de saúde, característicos da época, assim o aconselhavam!

O ponto de encontro foi no restaurante, à hora de almoço, às 14.
Três rapazes era o nome da casa. Tantos rapazes como o éramos dentro do carro.
Eu e... estes dois, que quando apanhavam a mais pequena brecha só queriam era esticar as pernas.
E esticá-las... rapidamente!
;-)))



Depois de um longo e muito agradável almoço, lá saímos.
Eram já 5 da tarde...
Enquanto os outros pingavam lama, o Pinin (a quem, por ser desenhado e construído por Pininfarina, chamaram aqui o "Ferrari dos Jipes" - termo que gostei bastante :-)) estava ainda super lustroso.
;-)



Estávamos em Rates.
Há muito que conhecia este nome do Todo-o-Terreno mas nunca lá tinha ido (na realidade continuo sem conhecer porque não cheguei a passar mesmo no centro...).
E não conheci a terra nem o terreno.
É que rapidamente escureceu e partir das 5 e meia já não se via nada.
Este acaba por ser o maior problema de fazer actividades no exterior perto do solstício de inverno...

Da paisagem ficou-me o muito verde que reina por Rates.



O passeio em si foi... muito diferente do que tem sido.
Dos 22 quilómetros previstos para a parte da tarde fizemos apenas 6 e, destes, apenas 2 em terra.
Bem, terra?
Terra não, lama. Laminha!
Isto, se não era mesmo massa-consistente, de tão escorregadia que estava!
;-)))

Tínhamos acabado de sair do asfalto e este era o aspecto "da coisa".
Da única fotografia que tirei durante o passeio propriamente dito dá para constatar o imenso trânsito que se fazia sentir àquela hora pela Serra de Rates acima.
;-))



Foram pouco mais de 1000 m, mas uns mil de grande esforço.
Demoramos 3 horas para os completar.
Nestes 6 anos que levo de Todo-o Terreno de carro, nunca tinha acontecido tal.
Não que fosse "por-aí-fora" de difícil, mas a noite e a chuva ajudaram fortemente a impedir o "avanço das tropas".

Depois de um certo "retardanço", justificado pela intempérie, lá veio ao de cima uma das características de topo deste grupo: a entreajuda.
E sem ela teria sido completamente impossível completar o passeio.
Muitos foram os carros que ficaram atascados, a subir, com as quatro rodas a rodar mas sem sair do sítio.
E há que empurrar.
Uns «Ou-Ops», e tá a andar!

Fica aqui mais um pequeno slide-show de todas as fotos que tirei neste dia.
Há alturas que digo que tirei poucas fotos (quando costumam "apenas" rondar as 100), mas desta vez são mesmo poucas.
Apenas 14.



Este vai ficar com certeza na memória!!

Mas a laminha, enquanto não secou por completo, já saiu da carroçaria.
Uns "meros 30 quilitos" de lama de Rates que foram pelo dreno da Baleia Branca...
:-)))



Sim, o Pinin safou-se bem!
Em grande. À Pinin!
:-)))

28 julho 2009

Mais uns pormenores

Ainda sem o texto prometido, aqui ficam mais umas pics do passeio de sábado 18, que começou em Cabeceiras de Basto e acabou em Linharelhos (Salto, Montalegre), tendo percorrido partes das terras de Basto e Cabreira.


Ainda perto de Cabeceiras, na passagem por uma pequena aldeia.
Água corrente e jorrante. Aquela água que torna esta zona tão verde, mesmo a meio do verão.


Mas a água não chega para tudo...
Os caminhos nesta altura do ano estão completamente secos e o resultado é... pó.
Muito pó, levantado com a passagem das viaturas.


Pormenor da paisagem. Um muro de pedra entre a vegetação.


Uma zona de caminhos atapetados.
Verdadeiramente "fofos" ;-)


É triste ver o resultado dos muitos incêndios que assolam, todos os verões, as nossas florestas.
Ainda assim, há pormenores curiosos como estas árvores de ramos brancos.


Um relógio de sol na aldeia de Linharelhos.
Estava adiantado...


Fresco, muito fresco.
O rio que atravessamos a vau.


Os tons do final da tarde, na dura subida ao (quase) alto da Cabreira.


Os garranos com o Gerês em fundo.
Nove cavalos, contados pelo Gonçalo e pelo Ivo. ;-)

24 julho 2009

Meia dúzia

É verdade. À meia dúzia fica mais económico!

Seis fotografias do último passeio que fiz com o Audio-TT, no passado sábado, 18.
Seis, onde o principal protagonista é a pequena grande máquina, que desta vez, e pela primeira vez, deu-me um sustozito, ao perder o óleo todo da caixa de direcção, tendo-me deixado "a braços".
Nada de especial, como se veio a verificar. Apenas um tubo desapertado.


A serra da Cabreira no seu melhor: verde, muito verde, com mato até à altura do capô!.....


Mais "logo" faço a pequena crónica da ordem.
A que se impõe mas que para a qual falta tempo...

24 junho 2009

Arga, a serra TT

Como tem sido habitual, naquilo que é já uma tradição ;-) o Clube Audio TT visitou a serra d'Arga em meados da primavera.
Assim, no passado 23 de Maio engrossei uma das maiores caravanas de que há memória neste clube.
Organizado pelo Eduardo Vasconcelos e pelo Rui Martins, teve como ponto de partida Vilar de Mouros, bem "lá em cima", no verde alto Minho.


Depois de um pequeno atraso inicial, provocado pela quebra do cabo do acelerador do UMM amarelo, lá partimos nós, para sul, por montes e vales, sempre por maus caminhos.


O dia estava meio cinzento mas muito aprazível para a práTTica.
Não choveu, como soube mais tarde que aconteceu mais para sul, na zona de Aveiro.
Houve inclusivamente algum sol, que permitiu que as sempre agradáveis paragens o fossem ainda mais.


Mas se há coisa que este pessoal não resiste é a uma boa poça de lama!
Nada como ficar bem atascado numa vala de meio metro daquela mistura de terra barrenta e água. Uhhmmmmm!!!
;-))
E assim foi, à hora do "mata-bicho" a meio da manhã.


A pequena grande máquina, essa, está sempre em forma.
Não, não foi chafordar na lama... mas esteve mais perto do que possa parecer! ;-)
Chegou ao final com as cores naturais.


E aqui vai ele, numa subida um pouco mais "trabalhosa", que já há dois anos trouxe alguns dissabores ao Série do Manuel Silva.
Este ano também fez a sua vítima: um Toyota que participava nestas coisa pela primeira vez e que vinha até "de fraldas" (todo coberto de plástico branco autocolante), como o Nuno inspiradamente sugeriu.
:-)))


Um UMM vermelho (que eu também não conhecia) bem atravessado, no mesmo sítio que o Pinin estava na fotografia anterior.
Não ficou muito longe de se atravessar lateralmente... mas no eixo vertical...
:-O


O almoço foi "no sítio do costume", no restaurante "Celeiro" em Bertiandos, muito perto de Ponte de Lima.
Um bom arroz de sarrabulho, acompanhado do tinto local, que faz sempre as alegrias da malta.
;-)


Não sei se foi pelo tinto... mas a parte da tarde pareceu muito mais soft do que a manhã, quase-quase até ao final do passeio...
Não foi pelo tinto! Foi mesmo mais soft, por trilhos florestais muito bonitos.
Mas a descida do alto da serra da Gávea até perto de Vila Nova de Cerveira também teve os seus pontos altos.


Aqui, só quando saí do carro para fotografar o Pajero que seguia à minha frente é que percebi que estava com a roda de trás esquerda bem "lá em cima"!
Se em vez de ser a descer, se fosse a subir, deveria ter sido interessante!!!
Mas assim tão o foi. Que o diga a minha copiloto, que fez toda esta zona de olhos fechados...
;-)


Até o bem artilhado Patrol do Filipe passou por algumas posições menos ortodoxas.
Relembro que as fotografias nunca traduzem por completo as dificuldades verificadas...
É que logo ali à direita, de quem vai a descer, há uma ravina daquelas!!...


Mas chegamos todos ao final muito bem e animados, num ponto com uma paisagem muito interessante, com vista para Caminha, Espanha e a foz do rio Minho.
E tudo isto ao final do dia. Pena que não estava "aquele sol", quente, tão típico destas paragens...


Para variar, e para finalizar a crónica, o acesso às restantes (muito poucas ;-) fotos do passeio.
É preciso ter paciência para as ver a todas, mas a ideia de colocar online tantas pics é fazer a cobertura de todos, na maioria das situações, tipo reportagem fotográfica.

Descubram-se, num jogo tipo "Onde está o Wally?".
:-)))

31 março 2009

A sul do Cávado e do Rabagão - 2

As paisagens, a leste da Cabreira, mudam bastante.
Não perdem beleza, apenas se alteram.
Por terras de Alturas do Barroso, e mais junto à albufeira do Alto Rabagão (ou de Pisões), há uma zona mais planáltica, bem diferente dos picos pedregosos que tínhamos acabado de atravessar.


E estava na altura do almoço.
Aliás, bem na altura!
Previsto para tarde, foi já perto das 3 da tarde que nos sentamos à mesa. Nada de especial, mas a fome já apertava.
;-)

A grande curiosidade, à chegada ao restaurante na aldeia de Vilarinho Seco, eram os carros que lá estavam estacionados, e mais ainda o que estava à porta.
Um Aston Martin, que todos ficaram a admirar...


O restaurante, já conhecido de muitos dos elementos do grupo, não fazia parte do meu rol de conhecidos. Mas em boa hora passou a constar!
Primeiro, a casa em si. Muita pedra, a condizer a cem por cento com o ambiente.
Segundo, e mais importante, a comida.
Nitidamente confeccionada com produtos locais, tem um sabor... bom!
O sabor que os produtos, quando colhidos recentemente e produzidos naturalmente, têm. Muito bom!
Um cozido à portuguesa de qualidade!


À saída do restaurante ainda aproveitamos para mais duas de letra.
É que se ninguém tinha dúvidas da qualidade do cozido, também ninguém tinha dúvidas do peso que este provoca, logo após a refeição.
E lá ficamos a "giboiar" um pouco...

Vilarinho Seco é uma pequena aldeia de montanha, mas que tem motivos suficientes para uma visita um pouco mais prolongada.
Com algum cuidado para não pisar as muitas bostas de vaca, por todo o lado espalhadas e que dão um aroma tão característico ao local ;-), há por ali temas que dariam para um fotopaper.
:-)


Mas o caminho é feito para a frente e, neste caso, também para baixo.
Muita pedra, a trazer mais dureza.
Que forma formidável de compactar o conteúdo do estômago!
;-)


Muita pedra, em caminhos estreitos, que levam a recantos que valem muito a pena conhecer!


Mas estes percursos para o Pinin são complicados.
Costumo dizer que o Pinin tem de ser conduzido por trilhos diferentes dos utilizados por todos os outros carros.
No entanto, nestes caminhos estreitos, as opções não são muitas. Meio metro para um lado, meio metro para o outro, e é tudo. A escolha das pedras por onde as rodas passam é crucial.
Ainda assim, as protecções rasparam em duas pedras.
Mas elas estão lá para isso mesmo!


No caso de carros mais largos a folga é menor, ou mesmo inexistente.
No entanto, a maior largura também costuma "trazer" maior altura.
Assim, para eles a dificuldade está em passar lateralmente e não por cima...


Estes foram uns troços muito interessantes.
Caminhos pelo meio dos campos, entre muros e com muita água.
Gostei muito de os fazer!


No final destes troços, mais uma paragem para reagrupamento.
Um esticar de pernas necessário, depois dos muitos saltos dados nos últimos quatro ou cinco quilómetros... ;-)


E estava praticamente no final.
O troço da tarde era bastante pequeno, bem à medida do que tinha sobrado da tarde.
É que já estava a ficar noite...


Embora com uma qualidade, no mínimo, duvidosa (mas daquelas que ninguém duvida ;-), coloco aqui uma foto de uma das imensas queimadas que passamos ao longo do dia.
Este foi o dia anterior a ter-se iniciado alguns dos maiores incêndios do ano, nomeadamente no Gerês.
Assim não admira!!
Um pouco mais à frente, na estrada de Boticas, ligamos mesmo para o 117, a informar que estava a arder junto à estrada. Foi a primeira vez que fiz isto, e pareceu-me que os serviços funcionam muito bem. Já sabiam que estava a arder naquele sítio e a resposta demorou apenas meio minuto.


E pronto, chegamos ao Castro de Carvalhelhos, praticamente o final do passeio.
O Gonçalo, como praticamente o pessoal todo, saiu para esticar as pernas mais uma vez.
Bem, no caso dele foi mesmo dar umas grande corridas. Passar um dia inteiro fechado dentro de um carro, no banco de trás e aos saltos, não é propriamente uma ideia de diversão para ele :-)



Daqui ainda seguimos até à estrada nacional, que vem de Salto e passa em Boticas e, como é também costume, terminamos com os restos do lanche da manhã. Uma sande mista e uma água, antes de rumar a casa, sabe muito bem!

Mais uma vez, os meus agradecimentos a todos os presentes, pela companhia, e em particular ao Rui Martins pela organização de mais este evento, em grande!