Este blog foi criado com o intuito de publicar os meus "feitos" extra curriculares e extra familiares. Pretendo relatar, sempre que possível com apoio fotográfico, as actividades que desenvolvo como hobbie, quer seja de carro, moto, bicicleta, a caminhar, correr ou simplesmente fotografia.
Mostrar mensagens com a etiqueta Olhares. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Olhares. Mostrar todas as mensagens
01 fevereiro 2013
30 dezembro 2012
Céus azuis, flores rosas e laranjas... laranjas
E para fechar o ano, porque será este, provavelmente, o último post de 2012, um tema que tem andado esquecido: Olhares.
Sobre flores, citrinos e azuis do céu. Tanta cor.
Ontem, em Telhadela, foi dia de experimentar uma prenda recente - uma lente polarizada.
Os testes não foram os melhores mas alguns dos resultados nem foram maus de todo.
Começando pelos céus, claramente que há um incremento da intensidade e profundidade dos azuis.
Até em contra-luz se percebe um bom contraste com as nuvens.
Mas há aqui ainda muitos testes a fazer...
As camélias. Esquecidas que têm andado.
A lente polarizada aumentou, neste caso, a dificuldade de fazer uma boa imagem.
O dia, de inverno, é claro, não foi dos mais luminosos e uma lente escurecida não ajudou.
Ainda assim...
Época de citrinos.
Laranjas e tangerinas, mais ou menos alaranjadas, mais ou menos brilhantes, mas sempre sumarentas e doces ;-)
Romãs. Mini-romãs, para ser mais preciso.
As primeiras parecem envernizadas, tal o seu brilho. Ficam sempre bem em registo fotográfico.
As segundas, em fim de ciclo, abertas e apodrecidas. Por muito que goste dos tons, o resultado em termos de enquadramento não foi conseguido...
Folhas caducas, tombadas pelo chão no início do inverno.
Que comece o ciclo de renovação até à Primavera...
Desejos, para todos, de um bom ano Blogático 2013, cheio de Aventuras.
Sobre flores, citrinos e azuis do céu. Tanta cor.
Ontem, em Telhadela, foi dia de experimentar uma prenda recente - uma lente polarizada.
Os testes não foram os melhores mas alguns dos resultados nem foram maus de todo.
Começando pelos céus, claramente que há um incremento da intensidade e profundidade dos azuis.
Até em contra-luz se percebe um bom contraste com as nuvens.
Mas há aqui ainda muitos testes a fazer...
As camélias. Esquecidas que têm andado.
A lente polarizada aumentou, neste caso, a dificuldade de fazer uma boa imagem.
O dia, de inverno, é claro, não foi dos mais luminosos e uma lente escurecida não ajudou.
Ainda assim...
Época de citrinos.
Laranjas e tangerinas, mais ou menos alaranjadas, mais ou menos brilhantes, mas sempre sumarentas e doces ;-)
Romãs. Mini-romãs, para ser mais preciso.
As primeiras parecem envernizadas, tal o seu brilho. Ficam sempre bem em registo fotográfico.
As segundas, em fim de ciclo, abertas e apodrecidas. Por muito que goste dos tons, o resultado em termos de enquadramento não foi conseguido...
Folhas caducas, tombadas pelo chão no início do inverno.
Que comece o ciclo de renovação até à Primavera...
Desejos, para todos, de um bom ano Blogático 2013, cheio de Aventuras.
15 dezembro 2012
Cidade antiga
Um pouco acima da nascente do rio Leça, já em terras de Paços de Ferreira, situa-se a Citânia de Sanfins.
Um antigo povoado que existiu por aqui há mais de 2000 anos, tendo subsistido até ao século V.
Vale bem uma visita!
Noite submersa
Se há um mês era a manhã, parece que chegou a noite.
Literalmente submersa ficou a ponte e o parque de São Lázaro, depois do dia de chuva que foi ontem.
Impressionante!
Só não consegui exactamente a mesma perspectiva usada no último post porque o local que tinha usado estava mesmo debaixo de água.
O rio Leça com uma corrente assustadora!... numas imagens "telefónicas" e cheias de ruído...
Literalmente submersa ficou a ponte e o parque de São Lázaro, depois do dia de chuva que foi ontem.
Impressionante!
Só não consegui exactamente a mesma perspectiva usada no último post porque o local que tinha usado estava mesmo debaixo de água.
O rio Leça com uma corrente assustadora!... numas imagens "telefónicas" e cheias de ruído...
12 outubro 2012
Down the stream
Destino: foz do rio Leça... em forma de caminhada.
No sábado passado já acordei com vontade de caminhar no sentido descendente do rio, mas não pensava chegar tão longe.
Chegar ao nível zero...
Há uns anos que tenho o objectivo de registar fotograficamente todas as pontes do rio Leça.
Há já uns longos anos... depois de me ter passado pela mãos um livro de fotografia sobre o assunto. Um livro do início do século... XX.
Este (ainda) não é o resultado desse projecto. No entanto, e conhecendo-me, parece-me que deve ser o que mais se vai assemelhar com tal durante muito tempo...
Para este mesmo sábado tinha recusado um convite para uma caminhada na zona das Fisgas de Ermelo, em Mondim de Basto.
É que depois de ter chegado à nascente, a foz do Leça tinha sido traçada como o próximo destino.
Além disso, o pequeno trilho, de apenas 10 km, definido numa zona que conheço razoavelmente bem, não me atraiu o suficiente. Mas deve ter sido muito interessante e estou à espera da reportagem do Daniel, no local do costume, para perceber o que perdi ;-)
Mas se perdi por um lado, ganhei por outro!
Começando novamente em Alfena, em casa, arranquei mais uma vez em formato de reconhecimento, a tentar acompanhar ao máximo as margens do rio.
A dificuldade disto é que por vezes é preciso voltar para trás depois de já ter avançado mais de um quilómetro. No total, "pelas minhas contas" devo ter feito cerca de 7 km a mais...
Para jusante, o "passeio" é bem diferente.
O rio tem mais água, é mais largo e tem pontes bem maiores. Antigas, de pedra, outras modernas, de betão, às vezes umas por cima das outras.
O vale, em algumas zonas fica mais estreito. Isto normalmente implica que haja quedas de água mais pronunciadas, sempre bem aproveitadas (nos antigamentes, pelo menos) em dezenas de moinhos.
Uns pequenos, uns maiores, alguns que se parecem com casas tradicionais e até alguns com base cilíndrica, que parecem moinhos de vento.
Umas das zonas mais interessantes e curiosas fica já no concelho da Maia, junto à A3.
É cerca de 1 km seguido de casas e moinhos, infelizmente quase todos ao abandono, em pedra de granito, ainda com caminhos de acesso do tempo da "outra senhora".
Sem dúvida que vale a pena conhecer!
Pena que também é nesta zona que alguns dos trilhos junto ao rio não têm saída, e foi precisamente aqui que fiz grande parte dos retrocessos no percurso.
Mas se pensar que um dos objectivos do dia era... andar, então fica tudo bem outra vez ;-)
Uma das coisas que é também muito notória enquanto se acompanha o rio no sentido descendente, é que é a partir do momento em que se sai do concelho de Valongo e que se entra no concelho da Maia, que a poluição aparece em força.
As águas ficam escuras e... cheiram verdadeiramente mal!
Mas é curioso que as margens continuam bonitas. Floridas e até com pormenores interessantes, como na fotografia seguinte (eu sei, não se nota...), com ovelhas a pastar.
Por esta altura, era meio dia e meia, e já tinha passado dos 12 km.
A barriga já avisava que estava na hora de "meter combustível"...
Havia que fazer uma paragem num tasquito de beira de estrada para uns rojões no prato e uma "água do Leça... do Balio" ;-)
Que bem que soube!
Mas havia que continuar...
Numa das zonas mais poluídas e mal cheirosas de todo o percurso, já em Matosinhos, perto da Ponte da Pedra, uma das fotografias com resultado mais interessante:
Um coração de areia!
Os patos também andavam por ali, mas esses quase nem se notam... a não na ser na imagem de cima, paradinhos, em equilíbrio, no meio do rio.
Chegado à terra da "água dourada mais apetecida", o primeiro ponto de interesse, e um dos mais importantes de todo o percurso, é o mosteiro de Leça do Balio.
O imponente edifício da igreja data do séc. XIV, mas o mosteiro em si já vem de mais "longe", do séc. X...
Sede de uma ordem religiosa-militar, o mosteiro representava precisamente todo um imenso poder, conseguido graças à fertilidade dos campos agrícolas banhados... pelas águas do Leça.
Agora serve para cerimónias chiques, como o casamento que estava a acontecer quando por lá passei.
E se até ali o percurso foi sempre interessante, quando se chega à estalagem da Via Norte... a coisa muda de figura.
O meu interesse era acompanhar as margens do rio e não chegar à foz o mais rapidamente possível. Assim, tive que seguir o único percurso disponível, a estrada nacional, a N13.
E não é fácil. Pior, é perigoso!
Os carros passam "a abrir" e em certos sítios é preciso espreitar... e passar a correr, pois as árvores e mato bloqueiam completamente a berma.
É incrível como de carro não se notam estas coisas!...
Ainda assim, e com todas as dificuldades, cheguei a Moreira da Maia.
Quando passei na ponte de Moreira já começava a sentir algum cansaço. Já tinha passado dos 30 km e ainda havia muito caminho pela frente...
Mas aqui surgiu outro problema: não há, aparentemente, caminho junto ao rio durante vários quilómetros. Digo aparentemente porque no mapa que eu estava a seguir, no GPS da Nokia, não havia qualquer caminho e, como já se começava a fazer algo tarde, não dava para continuar a "reconhecer".
Resolvi então seguir um pouco mais "a direito", ainda que tenha feito mais uma paragem, para reabastecimento, no centro de Cruz do Bispo.
Isto de andar não se faz sem "gás"!...
Atingi a foz do rio já o sol estava a pôr-se. Oito horas e vinte minutos depois de ter arrancado de casa.
Descontando os tempos de paragem para reabastecimento, foram sete horas e quarenta e dois minutos a caminhar.
É muito tempo, mas se pensar que foram 40 km, contados até à marina do Clube de Vela Atlântico, não foi mau. Uma média acima dos 5 km/h.
Se aos 40 fiz 40... quilómetros, havia que continuar um pouco mais.
Chegar à praia. À praia de Leça.
Venha a boleia para casa. Por hoje chega! ;-)
No sábado passado já acordei com vontade de caminhar no sentido descendente do rio, mas não pensava chegar tão longe.
Chegar ao nível zero...
Há uns anos que tenho o objectivo de registar fotograficamente todas as pontes do rio Leça.
Há já uns longos anos... depois de me ter passado pela mãos um livro de fotografia sobre o assunto. Um livro do início do século... XX.
Este (ainda) não é o resultado desse projecto. No entanto, e conhecendo-me, parece-me que deve ser o que mais se vai assemelhar com tal durante muito tempo...
Para este mesmo sábado tinha recusado um convite para uma caminhada na zona das Fisgas de Ermelo, em Mondim de Basto.
É que depois de ter chegado à nascente, a foz do Leça tinha sido traçada como o próximo destino.
Além disso, o pequeno trilho, de apenas 10 km, definido numa zona que conheço razoavelmente bem, não me atraiu o suficiente. Mas deve ter sido muito interessante e estou à espera da reportagem do Daniel, no local do costume, para perceber o que perdi ;-)
Mas se perdi por um lado, ganhei por outro!
Começando novamente em Alfena, em casa, arranquei mais uma vez em formato de reconhecimento, a tentar acompanhar ao máximo as margens do rio.
A dificuldade disto é que por vezes é preciso voltar para trás depois de já ter avançado mais de um quilómetro. No total, "pelas minhas contas" devo ter feito cerca de 7 km a mais...
Para jusante, o "passeio" é bem diferente.
O rio tem mais água, é mais largo e tem pontes bem maiores. Antigas, de pedra, outras modernas, de betão, às vezes umas por cima das outras.
O vale, em algumas zonas fica mais estreito. Isto normalmente implica que haja quedas de água mais pronunciadas, sempre bem aproveitadas (nos antigamentes, pelo menos) em dezenas de moinhos.
Uns pequenos, uns maiores, alguns que se parecem com casas tradicionais e até alguns com base cilíndrica, que parecem moinhos de vento.
Umas das zonas mais interessantes e curiosas fica já no concelho da Maia, junto à A3.
É cerca de 1 km seguido de casas e moinhos, infelizmente quase todos ao abandono, em pedra de granito, ainda com caminhos de acesso do tempo da "outra senhora".
Sem dúvida que vale a pena conhecer!
Pena que também é nesta zona que alguns dos trilhos junto ao rio não têm saída, e foi precisamente aqui que fiz grande parte dos retrocessos no percurso.
Mas se pensar que um dos objectivos do dia era... andar, então fica tudo bem outra vez ;-)
Uma das coisas que é também muito notória enquanto se acompanha o rio no sentido descendente, é que é a partir do momento em que se sai do concelho de Valongo e que se entra no concelho da Maia, que a poluição aparece em força.
As águas ficam escuras e... cheiram verdadeiramente mal!
Mas é curioso que as margens continuam bonitas. Floridas e até com pormenores interessantes, como na fotografia seguinte (eu sei, não se nota...), com ovelhas a pastar.
Por esta altura, era meio dia e meia, e já tinha passado dos 12 km.
A barriga já avisava que estava na hora de "meter combustível"...
Havia que fazer uma paragem num tasquito de beira de estrada para uns rojões no prato e uma "água do Leça... do Balio" ;-)
Que bem que soube!
Mas havia que continuar...
Numa das zonas mais poluídas e mal cheirosas de todo o percurso, já em Matosinhos, perto da Ponte da Pedra, uma das fotografias com resultado mais interessante:
Um coração de areia!
Os patos também andavam por ali, mas esses quase nem se notam... a não na ser na imagem de cima, paradinhos, em equilíbrio, no meio do rio.
Chegado à terra da "água dourada mais apetecida", o primeiro ponto de interesse, e um dos mais importantes de todo o percurso, é o mosteiro de Leça do Balio.
O imponente edifício da igreja data do séc. XIV, mas o mosteiro em si já vem de mais "longe", do séc. X...
Sede de uma ordem religiosa-militar, o mosteiro representava precisamente todo um imenso poder, conseguido graças à fertilidade dos campos agrícolas banhados... pelas águas do Leça.
Agora serve para cerimónias chiques, como o casamento que estava a acontecer quando por lá passei.
E se até ali o percurso foi sempre interessante, quando se chega à estalagem da Via Norte... a coisa muda de figura.
O meu interesse era acompanhar as margens do rio e não chegar à foz o mais rapidamente possível. Assim, tive que seguir o único percurso disponível, a estrada nacional, a N13.
E não é fácil. Pior, é perigoso!
Os carros passam "a abrir" e em certos sítios é preciso espreitar... e passar a correr, pois as árvores e mato bloqueiam completamente a berma.
É incrível como de carro não se notam estas coisas!...
Ainda assim, e com todas as dificuldades, cheguei a Moreira da Maia.
Quando passei na ponte de Moreira já começava a sentir algum cansaço. Já tinha passado dos 30 km e ainda havia muito caminho pela frente...
Mas aqui surgiu outro problema: não há, aparentemente, caminho junto ao rio durante vários quilómetros. Digo aparentemente porque no mapa que eu estava a seguir, no GPS da Nokia, não havia qualquer caminho e, como já se começava a fazer algo tarde, não dava para continuar a "reconhecer".
Resolvi então seguir um pouco mais "a direito", ainda que tenha feito mais uma paragem, para reabastecimento, no centro de Cruz do Bispo.
Isto de andar não se faz sem "gás"!...
Atingi a foz do rio já o sol estava a pôr-se. Oito horas e vinte minutos depois de ter arrancado de casa.
Descontando os tempos de paragem para reabastecimento, foram sete horas e quarenta e dois minutos a caminhar.
É muito tempo, mas se pensar que foram 40 km, contados até à marina do Clube de Vela Atlântico, não foi mau. Uma média acima dos 5 km/h.
Se aos 40 fiz 40... quilómetros, havia que continuar um pouco mais.
Chegar à praia. À praia de Leça.
Venha a boleia para casa. Por hoje chega! ;-)
31 julho 2012
21 julho 2012
Summer flowers
Fotografar "a brincar" é no que dá...
Já perto do final de uma festa de aniversário da criançada reparei na luz que incidia sobre o jardim... e resolvi fazer uns registos.
Só agora reparei que mereciam que tivesse investido um pouco mais...
In Blue&White
Canguru, diz-me tu, quantos pelos tens tu...
Cotonete fields forever
Já perto do final de uma festa de aniversário da criançada reparei na luz que incidia sobre o jardim... e resolvi fazer uns registos.
Só agora reparei que mereciam que tivesse investido um pouco mais...
In Blue&White
Canguru, diz-me tu, quantos pelos tens tu...
Cotonete fields forever
Subscrever:
Mensagens (Atom)



















































