Mostrar mensagens com a etiqueta Confraria. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Confraria. Mostrar todas as mensagens

30 janeiro 2011

Bárbaros costumes

Bárbaros... mas gostosos!

Um dos pratos típicos nacionais, e portanto também aqui de Valongo, é o arroz de cabidela (candidato à eleição de uma das 7 maravilhas da gastronomia portuguesa).
A receita é muito simples: juntar dez bons amigos a uma mesa, uma panela de ... muitos litros, cheia de arroz de sangue malandro (que curiosamente não esteve ;-), e um "pequeno" galo de 5 kg 900 !!!!!

A cabeça do animal, feita troféu, foi servida à parte.
Voltou para a cozinha com a crista ainda ao alto. Ninguém lhe tocou... :-))


Grande noite!
Noite de recordações. Recordações dos vinte anos que já contamos destes "atascansos"...
Garantidamente que para a história desta noite sobraram muito mais do que os ossos, as peles gordas e... as canecas vazias!
;-)

25 julho 2007

Confrades pela Sta Justa

Ontem, final da tarde, início da noite.
O segundo jantar da Confraria no alto da Sta Justa, na altura da festa.
Temos início de tradição?

E enquanto não há tempo para a selecção completa, aqui fica a fotografia que mais me chamou a atenção.

19 junho 2007

Dedicação à ingrícula

Este movimento anda mesmo fraquinho...
Junho costuma ser o meu mês preferido do ano, mas este está super cheio.
Tanto, que o tempo para "encher" o blog escasseia a sério!

No passado 9 de Junho, eu e um grupo restrito de confrades "Balongueiros" fomos a Santarém, a convite do Pedro, visitar a feira nacional de agricultura - feira do Ribatejo.
Em excursão, em dois autocarros fretados pela Cooperativa Agrícola de Valongo, fomos nós.
não me lembrava de andar de autocarro e ainda por cima na minha primeira excursão ;-)

Saímos da cooperativa às 14:30 em direcção a Almeirim.
Destino: Sopa de Pedra :-)
O autocarro parou junto à praça de touros e ... foi tudo a correr, às 18:00, jantar...
O restaurante era conhecido da maioria: "O Toucinho", do qual o dono era um ex-toureiro.
Por muito cedo que os homens comecem a servir, às 18:00 ainda era muito cedo para jantar, e ficou tudo à porta até abrir.
Ainda assim, nunca jantei tão cedo! Às 18:30...

Apenas aqui começaram as fotos...
A minha máquina continua no estaleiro e todas as fotos que aqui estão foram tiradas com uma Casio, emprestada pelo " d'Aurora".
Ele levou a máquina mas não tem propriamente gosto pela fotografia, facto logo aproveitado pela minha pessoa ;-)
Obrigado !

A Sopa de Pedra estava muito boa.
Gostei, mas não voltava de propósito para repetir...
O convívio à mesa, esse sim, esteve de alto nível. Claro que o tinto ajudava :-)




Mesmo à saída do restaurante, dois olhares.
"Oh Quim, garrafões desses também em Valongo", tive logo que ouvir:-)




A malta (quase) toda reunida antes do embarque para Santarém.





Os férteis campos do vale Tejo.
Primeiro um campo de milho a ser regado por aqueles gigantes "sistemas "andantes", e depois uma quinta de vinho.
Fotos tiradas com o autocarro em movimento...



A entrada na feira.
numa feira de agricultura se podia ver uma coisa destas: um grande poio (de vaca, cabra?) mesmo à entrada ;-)




Os animais expostos.
Para mim, todos muito bonitos e bem tratados. Belos exemplares das várias raças em mostra.
Mas coitados dos bichos: ainda não eram 20:00 e todos tentavam dormir.
Ali presos, naquelas grades, missão impossível...






E afinal estamos nós no Ribatejo e não aparece nenhum campino?
Ah, está um!!



Mostra de vinhos e respectiva prova.
Não percebi, ninguém do grupo se mostrou interessado...
Alguém me explica?




no exterior e a escurecer.
Por esta altura me tinha perdido do grupo uma série de vezes.
As fotografias faziam-me distrair, e ia eu ;-)




Ah, e os cavalos das touradas!
Às 22:00 houve, no interior do recinto da feira, uma tourada com alguns dos grandes nomes do toureio nacional (bom, pelo menos assim me pareceram ;-)
O mais conhecido para mim: Joaquim Bastinhas.





E aqui está ele.
Ah, gajo bom!!! A verdadeira sensualidade do toureiro!
:-)))))
(reparem que não fui o único a fotografar aquela licra ;-)




A entrada dos "heróis" no terreiro.



E aqui alguns olhares sobre o recinto da feira.






O Navio ficou a adorar cavalos.
Confessou-me no final que vai trocar o Punto por um Lusitano.
:-)))



Mas o que seria duma feira destas sem os "comes e bebes"?
A segunda refeição "da noite" foi num restaurante de Macedo de Cavaleiros.
Desta vez entrei numa toada mais leve: um pratinho de caracóis.
Pareceu-me ver alguns estômagos a revolver ;-)



Para o final estava agendada a garraiada.
Segundo me disseram, porque não fiquei para ver, esta não tem mesmo nada a ver com as das queimas das fitas. Aqui o touro é mesmo um touro e não uma vaquinha...
As ambulâncias marcavam presença e o motivo de conversa era mesmo: "quantos vão parar este ano ao hospital?"








À meia noite, a largada de fogo de artifício.
Os ribatejanos não são portuenses... e este fogo não tem nada a ver com o "nosso" do São João, mas é sempre um ponto alto da festa.
Curiosamente, as fotos até não ficaram mal de todo, tendo em conta que as tirei com a câmara na mão, uma mão que tinha acabado de "comer" uns quantos "pratinhos" de caracóis da superbock...
:-)





Mas para mim o ponto mais alto da noite foi mesmo o espectáculo das Sevilhanas.
Cruzei-me com ele por total acaso, mas ali fiquei, a admirar os movimentos daquelas três mulheres e um homem, que de início pensei que fossem mesmo espanhóis.

Um espectáculo colorido e com um ritmo que ao vivo é ... um verdadeiro espectáculo.

Tenho pena de que muitas das fotos tenham pouca qualidade, mas não muito a fazer.
Na fotografia não milagres, e a supercompacta da Casio até se safou mais ou menos!

No final, os dançarinos desceram do palco e ficaram mesmo à minha frente.
percebi que são portugueses.
Dei-lhes os parabéns pela beleza do espectáculo e regressei ao autocarro.
eram quase 2:00, hora marcada para o regresso a Valongo e do final de um dia longo mas muito bem passado!